quinta-feira, 4, junho, 2026, 05:13
CIDADESVÁRZEA PAULISTA

Mãe assusta ao ver vídeo da filha sendo espancada na porta de escola

Uma mãe de aluna da Escola Estadual Irmã Maria de São Luiz, do Jardim Promeca, em Várzea Paulista, levou um grande susto ao ver vídeos que estão circulando nas redes sociais da filha, de 13 anos, sendo espancada por outras colegas de classe.

Ela procurou a direção do colégio para reclamar e foi informada à princípio de que a ocorrência foi na parte externa.

Porém, a mãe procurou o “Jornal da Região” e a Secretaria de Educação do Estado informou que vai auxiliar a adolescente em tudo o que precisar e adotará medidas cabíveis.

O delegado de Várzea Paulista, Ruiter Martins da Silva, disse que a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) também está à disposição da jovem para a elaboração do boletim de ocorrência e abertura de inquérito.

Xingamentos

Em três vídeos diferentes gravados por outros alunos é possível visualizar a garota sendo colocada contra a parede do muro da escola. Uma das envolvidas grita no rosto da vítima, com xingamentos.

O motivo, segundo apurou a mãe, é que sua filha é muito magra e passou a sofrer bullying com termos pejorativos.

Os autores de um dos vídeos editaram com música e efeitos um dos vídeos divulgados nas redes sociais.

O tempo todo a vítima se sente acuada, não fala uma palavra e começa a receber tapas, puxões de cabelos e chutes de várias as agressoras.

A mãe relatou ao “Jornal da Região” que ficou chocada com as cenas e já procurou advogado, porque pretende processar as autoras ou seus responsáveis. Ela quer ter o direito de mandar a filha para a escola, sem sofrer ameaças e muito menos agressões.

Educação

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc-SP) informa que “repudia toda e qualquer forma de agressão dentro ou fora do ambiente escolar.

A Diretoria de Ensino (DE) de Jundiaí junto à escola está apurando os fatos com as partes envolvidas.

Os responsáveis pelas alunas envolvidas foram chamados na escola.

A equipe do Conviva – programa de convivência e segurança da Seduc-SP -, foi acionada para dar suporte à comunidade escolar e o caso foi registrado no Placon (sistema do programa que tem como principal objetivo monitorar a rotina das escolas da rede estadual).

A unidade escolar também colocará à disposição da aluna a assistência do Programa Psicólogos na Educação, se for autorizado por seus responsáveis. (A mãe disse ao “Jornal da Região” que deseja e sua filha precisa, porque está muito abalada).

A escola e a DE estão à disposição para prestar esclarecimentos à comunidade escolar e autoridades.”