quinta-feira, 4, junho, 2026, 07:41
JUNDIAÍ

Aposentados reclamam de prova de vida do Iprejun

Aposentados da Prefeitura de Jundiaí reclamam do Instituto de Previdência, que tem obrigado a se deslocarem até uma agência bancária, para realizar prova de vida.

Um leitor disse que teve de levar a mãe, acamada e sem condições de mobilidade, para uma agência do Bradesco, para fazer a comprovação, uma vez que o pagamento dela foi suspenso.

Outra leitora disse que também tem problemas de locomoção. Mas o Instituto desconta fielmente todos os meses o Plano de Saúde, que seria uma comprovação de que está viva.

Os funcionários dizem que basta enviar um atestado médico para que eles façam a comprovação de que o servidor está doente, para dar baixa na Prova de Vida.

O INSS já anunciou que para facilitar aos aposentados, vai realizar cruzamento de dados até mesmo da votação na Justiça Eleitoral.

Resposta do IPREJUN

Nota de esclarecimento sobre prova de vida para aposentados e pensionistas do IPREJUN

Em resposta à matéria veiculada pelo Jornal da Região, no dia 11/12, sobre “aposentados da Prefeitura que reclamam da prova de vida”, o IPREJUN (Instituto de Previdência do Município de Jundiaí) esclarece que todos os acamados e com problemas de mobilidade são assistidos, com visitas domiciliares, em conformidade com a legislação pertinente e regras de contrato estabelecidas com o Banco Bradesco, responsável pela realização do recadastramento dos segurados, sempre no mês do seu aniversário, desde que solicitem este atendimento, ou ao Iprejun, ou ao próprio banco.
Atualmente, o recadastramento (também chamado de prova de vida) é realizado em qualquer agência do Bradesco no Brasil ou exterior, diretamente com a gerência, mediante a apresentação dos documentos pessoais e comprovante de endereço do segurado, visando com que os que moram distantes da sede do IPREJUN não precisem se locomover para a realização da prova, como anteriormente eram obrigados a fazer.
O procedimento segue a orientação para evitar o bloqueio dos proventos, observando as necessidades e dúvidas pontuais dos segurados, atendidos individualmente, tanto pessoalmente como pelos canais digitais do Instituto.
O bloqueio não é formalizado antes de um contato prévio do IPREJUN com os segurados, onde ainda se orienta, repetidamente, como proceder para que o bloqueio não se efetive.
Referido bloqueio não é um castigo, mas uma necessidade legal, de não serem dispendidos recursos públicos a quem não mais teria o direito, pois a prova de vida evita o pagamento indevido dos benefícios, e as consequências para as famílias no tocante à eventual restituição destes valores.
O IPREJUN está sempre à disposição de seus segurados para as devidas orientações e sempre que necessário faz o atendimento domiciliar, assim que solicitado pelo interessado, ou familiar que se propõe a bem cuidar dos interesses de seus entes queridos.