Casal de cadeirantes presta queixa contra motorista de aplicativo
A Polícia Militar foi acionada para comparecer no estacionamento de um shopping de Jundiaí, porque um casal de cadeirantes solicitou carro por aplicativo e, segundo denúncia do casal, o motorista se recusou a fazer o transporte, alegando que as cadeiras iriam danificar os bancos do seu carro.
Com base no Estatuto da Pessoa com Deficiência, o casal pediu para formalizar a queixa no Plantão da Polícia Civil, com o encaminhamento de todos para registro de “discriminação”.
O motorista se defendeu para o delegado, informando que tentou colocar as duas cadeiras de rodas no porta-malas, mas não foi possível.
Um dos passageiros sugeriu de levar no banco do passageiro uma das cadeiras, mas o motorista disse que iria danificar o banco e ninguém iria indenizá-lo. Daí o casal resolveu chamar a PM.
Diante dos fatos foi registrado boletim de ocorrência que será encaminhado para análise da Justiça.
Aplicativo
O aplicativo responsável pela contratação da viagem diz em suas normas que não admite discriminação, seja para qualquer pessoa ou deficiente.
Que orienta os seus parceiros a aceitarem até mesmo o transporte de cães guias dos cegos.
Ainda dentro das normas, a plataforma garante que contrata pessoas deficientes para fazer viagens, respeitando uma série de limitações e proporcionando meios para a execução dos trabalhos.
Deficiente reclama de tampão quebrado

A leitora do “Jornal da Região”, Márcia Santos, reclama que em frente ao Terminal de Ônibus da Colônia e próximo do trailer de pastel existe um tampão de galeria de águas pluviais quebrado há algum tempo.
Como ela tem dificuldades de mobilidade, não consegue passar pelo local a caminho da bilheteria do Terminal, sendo obrigada a desviar para a rua e correndo risco de atropelamento.
Ela pede atenção por parte dos responsáveis pela manutenção das galerias.


