Depois do Golpe da Mulher Bonita, agora tem o da “Prostituta”
Há pouco tempo homens da região passaram a ser assediados por perfis de mulheres bonitas no Facebook, com convites para continuar o “bate-papo” no privado, por meio do WhatsApp. Primeiro eram supostas mulheres bonitas, que enviavam fotos íntimas e daí surgia “o marido”, fazendo ameaças e exigindo dinheiro ou o falso delegado alegando que a jovem que enviava fotos era menor de idade.
Agora, o golpe foi mais longe, “prometendo” destruir a vida das vítimas por conversas com prostitutas. Quem exige dinheiro são os “agenciadores de putas”.
De acordo com o relato de jovem, ao delegado Marco Antônio Ferreira Lopes e agente Xororó, do 1º Distrito Policial de Jundiaí, ele passou a receber ameaças pelo WhatsApp de um homem que se identifica como “agenciador de putas”.
O indivíduo enviou prints com os dados pessoais da vítima, afirmando que sabe quem são os seus familiares e tudo o que faz. Que se não fizer pagamento, a coisa vai piorar, expondo tudo publicamente.
Na mensagem que a Polícia está investigando, o autor escreveu: “Sou o agenciador de todas as Putas do site de acompanhantes aqui da cidade e todas elas estão sendo agenciadas pela nossa organização criminosa”.
E segue: “… aqui ninguém vai ficar com esse prejuízo … você me dê um retorno para nós resolver isso da melhor forma, tanto pra você como pra sua família”, prometendo arrumar muitos problemas.
Golpes se multiplicam
De acordo com o agente Xororó da Polícia Civil, ao iniciar uma conversa com uma mulher desconhecida pelas redes sociais o cidadão precisa ter certeza de que está falando com uma mulher verdadeira. É bom pegar o telefone e conversar. Pelas redes sociais qualquer um pode ser enganado.
Quem se empolga com as mensagens trocadas nas redes sociais corre alguns riscos na vida real. A Polícia Civil de Campinas já estourou três quadrilhas que enviavam fotos íntimas de mulheres para homens que eram roubados no dia do “encontro”.
A Polícia Civil orienta a não pagar nada para quem manda mensagens com ameaças.
O melhor é procurar uma delegacia e relatar tudo o que está ocorrendo, para investigação.


