Polícia Civil e SAP revelam crime de mulher que foi presa no lugar de outra
Investigadores da Polícia Civil de Várzea Paulista com a ajuda das Diretorias das Penitenciárias Femininas de SP Capital e de Campinas esclareceram um caso digno de “novela”. Uma mulher foi presa e ficou na Cadeia por oito meses, usando o nome da melhor amiga. O caso só veio à tona porque a vítima precisou de serviços do Governo do Estado e na consulta criminal apareceu uma condenação da Justiça de Campinas.
A vítima procurou a equipe do delegado Rafael Diorio Costa e relatou que nunca tinha sido presa. Que alguém havia se passado por ela.
O delegado determinou aos investigadores a apuração dos fatos. Em primeiro lugar os policiais civis entraram em contato com a Cadeia de Campinas, que confirmou que a presa era moradora de Várzea Paulista, tendo sido presa pela Polícia Militar por associação ao tráfico como garota de programa. Na ficha criminal da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) havia todas as informações corretas em nome da moradora de Várzea Paulista, a equipe da SAP fez um relatório completo, com tatuagens, cicatrizes e detalhes médicos, o que foi fundamental para a solução do caso.
A vítima foi chamada na Delegacia de Polícia Civil de Várzea Paulista e confirmou-se que não era a mesma pessoa.
Novamente consultando a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), houve grande colaboração com os policiais civis e constataram que havia uma presa na Capital, cumprindo pena, que batia com as informações da ficha da presa de Campinas. Por fim, a equipe da delegacia de Várzea Paulista dirigiu-se a essa Penitenciária da Capital e mediante o confronto das informações, constataram que de fato a mulher presa lá na Capital é a mesma que foi presa na Cadeia de Campinas. Ela será indiciada por falsidade ideológica.


