Guarda de Jundiaí está “parada”. Comando diz que é “Estratégia”
O presidente da Associação dos Guardas Municipais de Jundiaí, Rubens Fernando da Silva, diz que os guardas da cidade estão revoltados com a volta das viaturas paradas sobre canteiros de avenidas e em vários locais da Ponte São João. Rubens diz que os guardas reclamam que não podem usar banheiros e a cada necessidade precisam “pedir” e “aguardar” rendição, considerando desumano o trabalho.
Outra reclamação é com relação às refeições, que precisam também “combinar” com alguém a substituição. Segundo Rubens o trabalho em ponto fixo é “sem estudo técnico”, mas está tornando a corporação ineficiente.
Outro lado
O comando da Guarda Municipal emitiu uma nota de esclarecimento. Veja a seguir:
“A Unidade de Segurança Municipal através da Guarda Municipal de Jundiaí informa que, ordens operacionais ou paradas de viaturas, tratam-se de ESTRATÉGIAS OPERACIONAIS, que diminuem de forma preponderante, os ILÍCITOS, com fundamento no interesse público.
Com relação a dignidade dos servidos da Guarda Municipal, é informado que em qualquer momento, seja durante o patrulhamento comunitário ou nas paradas estratégicas determinadas, que os guardas tem AUTORIZAÇÃO para se deslocarem para suas necessidades fisiológicas, de modo que a corporação PREZA pela DIGNIDADE do guarda.
Ademais, a GMJ como órgão de segurança pública, possuí a prerrogativa de LIVRE PARADA e ESTACIONAMENTO na prestação do serviço público, pois, auxilia as forças policiais e ATUA de forma PREVENTIVA, de modo que não configura infração de trânsito a parada ou o estacionamento realizado pelas viaturas.”


