Assassino da menina Lara pega 20 anos de Cadeia
O Tribunal do Júri de Campo Limpo Paulista condenou, a 20 anos de cadeia, em regime fechado, Wellington Galindo de Queiroz, de 44 anos. Ele foi julgado por ter matado a menina Lara Maria de Oliveira Nascimento, de 12 anos, no Parque Santana, em Francisco Morato.
Lara desapareceu em 16 de março de 2022. O “Jornal da Região” foi o primeiro a divulgar o desaparecimento. O corpo da menina foi encontrado três dias depois em matagal, no dia 19 de março, com sinais de violência.
O delegado que comandou as investigações do caso, Rafael Diorio Costa, se dedicou dia e noite para esclarecer o desaparecimento da criança, que tinha saído de casa até uma mercearia a alguns minutos de sua casa, para comprar refrigerante.
Pelas câmeras do mercadinho os policiais viram que Lara fez as compras e saiu em direção de sua casa.
O delegado bateu de casa em casa que tinha câmera de monitoramento, até localizar um carro suspeito. Era de Wellington.
O delegado também pediu perícia da Polícia Científica e daí descobriu-se que o acusado tinha usado cal no porta-malas, talvez para esconder sangue ou traços genéticos da menina.
O delegado pediu a prisão do acusado, que fugiu. Foram mobilizadas equipes da Polícia Civil de Campo Limpo Paulista, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e até da Polícia Federal.
Foi em Foz do Iguaçu que policiais federais localizaram o autor, tentando fugir para o Paraguai.
Agora Wellington será encaminhado para uma penitenciária do Governo do Estado, para cumprimento da pena.
O delegado Rafael Diorio, durante as investigações sobre o caso
Amigos de escola realizaram manifestação após a morte da criança
Homem que cortava lenha foi quem encontrou o corpo da menina
O local onde o corpo de Lara foi localizado
Vídeos de Daniel Duran


