Jardim do Lago não deve ter bateria de queima de fogos
A próxima quarta-feira, dia 31, marca o fim de 2025. O Jardim do Lago, que era referência em queima de fogos, com baterias que duravam até meia hora, não deverá ter a mesma “comemoração”.
Comerciantes do bairro que colaboravam com recursos financeiros lá pelos anos de 2010 até 2019, dizem que os tempos mudaram. Quem costumava arrecadar dinheiro não “passa mais”.
A festa de fogos mudou por causa da lei municipal que proíbe os rojões com barulhos.
A queima de fogos que atraía jovens e famílias de todos os bairros da cidade para a Avenida Samuel Martins, acabou sendo prejudicada quando transformaram o espaço em reuniões de grupos de “pancadões” e motos barulhentas.
Até a Prefeitura de Jundiaí, que chegou a bancar shows que varavam a madrugada, desistiu das ações.
A Polícia Militar, que teve muito trabalho no bairro com os pancadões, chegou a realizar operações que fizeram os grupos deixarem o bairro.
A previsão é de que ocorram queima de fogos isoladas, mas sem a bateria de meia hora de duração.
Grupos de jovens estão marcando pelas redes sociais encontros para a passagem de ano na Avenida Pacaembu, em Várzea Paulista; no Jardim São Camilo, em Jundiaí e no Jardim Novo Horizonte.
Vídeo de 2019 publicado pelo “Jornal da Região”, da madrugada na Avenida Samuel Martins, no Jardim do Lago, em Jundiaí, após queima de fogos.


