Brasil encara Noruega neste domingo. Veja como está a Seleção
Brasil e Noruega brigarão neste domingo (5) por vaga nas quartas de final da Copa do Mundo 2026, às 17h (de Brasília), no Estádio de Nova York/Nova Jersey.
O duelo reúne duas seleções que se classificaram para as oitavas de final em partidas movimentadas e decididas no fim.
A vaga da Seleção foi conquistada com vitória por 2 a 1 sobre o Japão. Gabriel Martinelli, nos acréscimos do segundo tempo, balançou as redes – Casemiro anotou o outro gol brasileiro. Pelo mesmo placar, os noruegueses eliminaram a Costa do Marfim, com tento marcado aos 40 minutos da etapa final.
Caso haja empate ao fim dos 90 minutos, haverá 30 minutos de prorrogação. Se a igualdade no placar permanecer, haverá uma decisão por pênaltis.
Jogadores da Seleção Brasileira celebram gol do Gabriel Martinelli sobre o Japão, pelos 16 avos de final da CopaCréditos: Rafael Ribeiro/CBF
Reencontro após 20 anos
Adversários em apenas quatro oportunidades, Brasil e Noruega não se enfrentam há cerca de 20 anos. O último confronto se deu em 16 de agosto de 2006 e terminou com empate por 1 a 1, em Oslo. Daniel Carvalho marcou naquela partida.
O retrospecto é favorável para os noruegueses, que obtiveram duas vitórias e não foram derrotados. Houve empate entre as seleções em dois jogos. Entre as cerca de 90 seleções que o Brasil já se deparou na história, a Noruega é a única sobre a qual a Amarelinha ainda busca a primeira vitória.
De volta à Copa do Mundo após a edição de 98
Em sua quarta participação (1938, 1994, 1998 e 2026), a Noruega não disputava uma Copa do Mundo desde a edição de 1998, na França. Na ocasião, chegou a vencer o Brasil por 2 a 1, pela última rodada da fase de grupos. Bebeto marcou o gol da Seleção neste jogo.
Bebeto em ação no revés por 2 a 1 para a Noruega, pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1998; ele anotou o único gol da Seleção no jogoCréditos: FIFA
Seu histórico em Mundiais é de 12 jogos, com cinco vitórias, três empates, quatro derrotas, 16 gols marcados e 16 sofridos.
Nesta Copa, além da vitória sobre a Costa do Marfim, bateu o Iraque por 4 a 1, a Noruega ganhou de Senegal por 3 a 2 e foi derrotada pela França por 4 a 1.
Estádio de Nova York/Nova Jersey
Brasil x Noruega será o sétimo jogo do Brasil no Estádio de Nova York/Nova Jersey e o segundo nesta Copa do Mundo. No dia 13 de junho, recebeu o empate por 1 a 1 com o Marrocos, na primeira rodada da fase de grupos. Relembre os jogos:
1) 10/08/2010 – Brasil 2 x 0 Estados Unidos – Neymar e Alexandre Pato – Amistoso;
2) 09/06/2012 – Brasil 3 x 4 Argentina – Rômulo, Oscar e Hulk – Amistoso;
3) 14/11/2012 – Brasil 1 x 1 Colômbia – Neymar – Amistoso;
4) 09/09/2014 – Brasil 1 x 0 Equador – Willian – Amistoso;
5) 07/09/2018 – Brasil 2 x 0 Estados Unidos – Roberto Firmino e Neymar – Amistoso;
6) 13/06/2026 – Brasil 1 x 1 Marrocos – Vinicius Jr. – Fase de Grupos da Copa.
Estádio de Nova York/Nova Jersey recebeu o empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos e será o palco de Brasil x NoruegaCréditos: Rafael Ribeiro/CBF
TRANSMISSÃO
O duelo entre Brasil e Noruega será transmitido por: Globo e SBT (TV aberta), sportv e N Sports (TV fechada), Ge TV (via Globoplay) e CazéTV (YouTube).
Arbitragem de campo de Brasil x Noruega:
Árbitro: Ismail Elfath (Estados Unidos)
Árbitro assistente 1: Corey Parker (Estados Unidos)
Árbitro assistente 2: Kyle Atkins (Estados Unidos)
Quarto árbitro: Said Martínez (Honduras)
Árbitro assistente reserva: Walter Lopez (Honduras)
Ronaldo em ação no revés por 2 a 1 para a Noruega, pela fase de grupos da Copa do Mundo de 1998Créditos: FIFA
Ancelotti vê Brasil em seu “melhor momento” antes de jogo contra a Noruega na Copa
Treinador da Seleção comentou a evolução apresentada pela equipe nos últimos jogos
Atualizado há cerca de 13 horas
Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva na véspera do jogo contra a Noruega, pelas oitavas de final da CopaCréditos: Rafael Ribeiro/CBF
O técnico Carlo Ancelotti vê a Seleção Brasileira vivendo seu melhor momento antes do confronto com a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Para o treinador, que concedeu entrevista coletiva neste sábado (4), esta boa fase vem da confiança diante da vitória sobre o Japão, pelos 16 avos, e pelo desejo de sua equipe de melhorar.
“Estou de acordo que Noruega é difícil, porque é uma equipe que tem estrutura, qualidade e boa organização. Temos que jogar o nosso melhor e acredito que estamos no momento para jogar o nosso melhor porque estamos confiantes, porque saímos de um jogo difícil contra o Japão, porque queremos melhorar e porque estamos preparados para tudo o que pode acontecer”, frisou.
A Noruega se classificou para o mata-mata como a segunda colocada do grupo I, no qual também estavam França, Senegal e Iraque. No último jogo, eliminou a Costa do Marfim com um triunfo por 2 a 1. Conta com uma das melhores gerações de sua história, liderada pelo atacante Erling Haaland e pelo meio-campista Martin Odegaard.
“É uma equipe que tem, sim, muita qualidade ofensiva, muito bem equilibrada, também é ofensiva. É difícil buscar transição rápida contra eles porque têm bom equilíbrio no meio-campo”, projetou o italiano.
Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva na véspera do jogo contra a Noruega, pelas oitavas de final da CopaCréditos: Rafael Ribeiro/CBF
Na expectativa de um jogo equilibrado com os noruegueses, Ancelotti explicou a importância de ter atletas experientes no elenco para lidar com a pressão dos momentos finais de um jogo eliminatório. Citou como exemplo a classificação garantida nos acréscimos sobre o Japão.
“Experiência é um aspecto muito importante. Na Copa do Mundo, o nosso último jogo mostrou isso. Às vezes, a equipe de bom nível não está acostumada a gerir os últimos minutos, a pressão dos últimos minutos e o resultado. Ter uma equipe experiente com jogadores acostumados a esse tipo de nível é importante”, disse.
A Amarelinha enfrentará a Noruega às 17h (de Brasília) deste domingo (5), no Estádio de Nova York/Nova Jersey.
Carlo Ancelotti concedeu entrevista coletiva na véspera do jogo contra a Noruega, pelas oitavas de final da CopaCréditos: Rafael Ribeiro/CBF



