quarta-feira, 3, junho, 2026, 21:40
JUNDIAÍ

Moradores do Santa Gertrudes pedem mais segurança

Os moradores do Bairro Jardim Santa Gertrudes, em Jundiaí, reclamam que vivem onda de violência. São roubos, furtos e assaltos. Os moradores estão amedrontados e inseguros. O comércio que está se recuperando do período em que manteve fechado por conta do cornavírus está vivendo outro pesadelo: diminuíram o horário de atendimento e alguns só estão trabalhando via delivery. Desde junho há constantes rondas policiais no bairro, mas parecem não intimidar os bandidos, e as ações crescem desesperadamente.

Um morador que não quis se identificar disse que estava em uma lanchonete quando criminosos entraram e levaram celular, alianças e ainda ameaçaram agredir pessoas idosas. “Infelizmente, o bairro Jardim vive uma onda de violência e as autoridades não deveriam pensar só em momento político. Precisam resolver esse problema da segurança que preocupa todos os moradores da cidade”, avaliou.

A Unidade Básica de Saúde sofreu ato de vandalismo com furto dos fios de energia elétrica.

No início da noite de domingo (11) uma família foi abordada por homens armados. Além de levarem pertences valiosos, na abordagem o cachorro escapou, deixando uma criança triste. “O que levaram, trabalhamos e recuperamos” comentou F.  O que importa neste momento é que consigamos achar a Kira.

A família está oferecendo uma gratificação de 3 mil reais para quem encontrar Kira.

Nesta segunda-feira (12) um homem foi abordado no Jardim Marambaia, região do Jardim Santa Gertrudes, por dois homens armados. Por sorte um morador presenciou a cena e gritou, fazendo com que os dois bandidos em uma moto CG, de cor vermelha, saíssem em disparada.

A qualquer hora do dia ou da noite eles assaltam pedestres, moradores e comerciantes. Andam sempre à mão armada. Chegam a pé, de moto ou bicicleta. A ação, geralmente, não dura mais que cinco minutos. Os ladrões intimidam suas vítimas, levam dinheiro ou mercadorias e saem andando como se nada tivesse acontecido. A população do bairro vive com medo e sempre apreensiva.

O temor é tanto que a maioria dos moradores entrevistados prefere ser identificada apenas com suas iniciais.

Texto e foto: Dircélio Timóteo