Gestão anterior deixou “furo” de R$ 22 milhões
Diante da ameaça do Sindicato dos Motoristas em fazer greve porque as empresas de ônibus oferecem reajuste zero aos salários, o gestor de Finanças da Prefeitura, José Antônio Parimoschi faz esclarecimentos.
“Desde 1 de janeiro a administração municipal vem pagando mensalmente os valores devidos de subsídio para as empresas de transportes.
No entanto o valor deixado no orçamento é insuficiente para o ano todo. O governo anterior deixou R $ 3 mi na LOA 2017 e a necessidade mínima é de cerca de R $ 25 milhões. Portanto tem um furo deixado de R $ 22 milhões que precisa ser coberto. Mas até agora está sendo pago em dia.
A administração PB criou o subsídio no lugar da concessão de aumentos nas tarifas mas isso não significa que os custos do transporte coletivo deixaram de aumentar.
Porém, não avaliaram a sustentabilidade dessa medida, se a prefeitura conseguiria bancar essa conta.
Além disso, o governo anterior deixou R $ 6,4 milhões de dívida do subsídio de 2016 e a administração atual já parcela este valor e está honrando os pagamentos.
Sobre a reunião que teríamos hoje (sexta-feira) junto com o Gestor de transportes e empresas concessionárias, ela faz parte de uma rotina mensal de acompanhamento da situacao do transporte coletivo para melhoria do serviço a população.
A PMJ não participa das relações trabalhistas entre empresas e trabalhadores mas está atenta aos desdobramentos.”
O Sindicato deve marcar assembleia com os trabalhadores no início da próxima semana para definir se haverá paralisação.


