Mulher morre engasgada com pedaço de carne

A Polícia Civil de Jundiaí registrou boletim de ocorrência da morte da professora aposentada Iraci Aparecida Manji Machado, de 76 anos. Ela faleceu depois de se engasgar com um pedaço de carne, durante almoço na tarde de sábado (12), na Praça de Alimentação do Maxi Shopping. A Polícia considera o caso como uma fatalidade.

Equipe médica e de enfermagem da Sobam/Amil (que atende no ambulatório do shopping) realizou vários procedimentos para tentar salvar a vítima.

A ambulância socorreu a mulher até o Hospital Paulo Sacramento, onde a vítima tinha convênio.

Os médicos do Pronto Socorro tentaram vários procedimentos, mas a professora não resistiu e morreu.

A família registrou boletim de ocorrência no Plantão da Polícia Civil de Jundiaí, na manhã deste domingo (13).

A professora foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) onde o médico legista confirmou existência de “corpo estranho” (carne) nas vias respiratórias, que causou morte por asfixia.

Outros casos

Segundo policiais que acompanharam a ocorrência, foi uma fatalidade.

As mortes por engasgos são frequentes, principalmente em churrascos, quando as pessoas tentam mastigar pedaços grandes de carnes e há dificuldade para descer pela garganta.

Outro problema comum são as mortes de bebês engasgados pelo leite materno. Assim que eles mamam, a mãe coloca no berço e não vê o refluxo. Por isso é importante as aulas dadas em hospitais, como no Universitário de Jundiaí, que frequentemente ensina alguns procedimentos para as mães.

Policiais militares são treinados na Academia para adotarem as medidas necessárias para salvar vítimas de engasgos, principalmente de bebês pela manobra de Hemlich.

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