quarta-feira, 22, julho, 2026, 01:29
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Jundiaí e Itatiba estão entre as cidades mais seguras do Brasil

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgou nesta segunda-feira o relatório da violência no País e aponta que as cidades de Jundiaí e Itatiba são consideradas as mais seguras do País, com menor índice de homicídios por 100 mil habitantes. A líder no ranking de segurança é a cidade de Jaú. Já as mais violentas estão concentradas no norte do País.

O estudo aponta que as cidades mais violentas apresentam índices deficitários de qualidade de vida para a população, como serviços de educação, saúde e emprego.

A cidade mais violenta do País é Maracanaú, no Ceará, com 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. O município da região metropolitana de Fortaleza possuí 224 mil habitantes.

Após Maracanaú, a lista de cidades mais violentas continua com: Altamira (PA), São Gonçalo do Amarante (RN), Simões Filho (BA), Queimados (RJ), Alvorada (RS), Porto Seguro (BA), Marituba (PA), Lauro de Freitas (BA), Camaçari (BA), Caucaia (CE), Nossa Senhora do Socorro (SE), Cabo de Santo Agostinho (PE), Marabá (PA), Ananindeua (PA), Fortaleza (CE), Mossoró (RN), Vitória de Santo Antão (PE), Rio Branco (AC) e Eunápolis (BA).

Forças de Segurança

O delegado Seccional da Polícia Civil, responsável por Jundiaí e Itatiba, Luiz Carlos Branco Júnior, atribuí esse resultado que aponta os municípios como os menos violentos do País ao trabalho conjunto realizado pelas forças de segurança. Os policiais civis, militares e guardas municipais atuam em sintonia e parceiros uns dos outros.

No caso da Polícia Civil, o trabalho investigativo aliado à inteligência, tem garantido a solução da maioria dos casos.

O Ipea diz que o estudo é com base em números de homicídios de 2017. Naquele ano Itatiba registrou 05 mortes violentas e Jundiaí teve 17.

Acesse o Estudo:

http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/relatorio_institucional/190802_atlas_da_violencia_2019_municipios.pdf