Indústria da região gera 1.991 novas vagas em setembro

O Novo Caged divulgou nesta sexta-feira o saldo de empregos gerados no mês de setembro e a indústria da regional do CIESP Jundiaí gerou 1.991 novas vagas: este é o terceiro mês consecutivo que a geração de empregos é positiva na região. O saldo total na regional foi de 5.040 novos postos de trabalho.

A regional do CIESP Jundiaí é composta por 11 municípios e consideramos para o saldo da indústria, os números de indústria de transformação e construção civil. O saldo de Jundiaí  foi de 980 novos empregos, destes 482 foram gerados na indústria. Confira abaixo o saldo dos outros municípios que estão na base de dados da regional:

Cabreúva:  230 (geral); 153 (indústria)
Cajamar: 1.696 (geral); 235 (indústria)
Campo  Limpo Paulista: 158 (geral); 120 (indústria)
Itatiba: 261 (geral); 108 (indústria)
Itupeva: 450 (geral); 118 (indústria)
Jarinu: 70 (geral); 37 (indústria)
Louveira: 439 (geral); 61 (indústria)
Morungaba: 11 (geral); 26 (indústria)
Várzea Paulista: 507 (geral); 429 (indústria)
Vinhedo: 238 (geral); 222 (indústria)

Para o diretor titular do CIESP Jundiaí, Marcelo Cereser, os números confirmam a retomada da economia e o reaquecimento do mercado. “A geração de empregos é um dos pilares desta retomada. Por outro lado, estamos enfrentando o desabastecimento da indústria em matéria-prima e insumos como aço, resinas, papelão, alumínio e ferro-gusa, cuja alta dos preços é ocasionada, entre outros motivos pela lei da oferta e procural, o que causa inflação de demanda além da alta expressiva do dolar em 2020”, explicou.

O diretor lembrou também sobre a pesquisa feita pela FIESP com mais de 400 industriais constatou que 90% deles estão pessimistas com relação ao preço dos insumos em 2020. “E 65,7% das empresas estão pessimistas quanto aos preços dos insumos em 2021: as indústrias apontaram que todos os insumos sofreram aumento nos preços”, explicou para justificar o aumento dos preços nos supermercados, por exemplo. 

A retomada da economia traz ainda a necessidade de colocar a fábrica pra funcionar a pleno vapor e nem sempre isso é possível na velocidade que o mercado espera. “Nos dois primeiros trimestres do ano, tivemos uma queda no PIB de quase 12%. E agora, a previsão é de fecharmos o terceiro trimestre em 9,1% positivo. No início da pandemia, a indústria reduziu suas atividades, mas não parou. E aquelas que demitiram ao invés de aproveitar as medidas do governo para reduzir salários, estão tendo que contratar para atender a demanda deste momento positivo que estamos vivendo”, avaliou.

Texto: Cíntia Souza – Assessoria de Comunicação – CIESP Jundiaí

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