Aids está mais presente na adolescência, em Jundiaí

No Dia Mundial de Combate à Aids, um dado serve de alerta para os jovens de Jundiaí. Segundo a Prefeitura, a maior concentração de casos está na faixa etária dos 15 aos 24 horas, demonstrando que os adolescentes precisam aprender a usar preservativos. Os pais precisam explicar aos filhos sobre a doença.

Nos números da Saúde, em 39 anos, a cidade registrou 2.343 casos, sendo que os homens são maioria e houve casos de meninas a partir dos 13 anos.

Segundo Maria de Lurdes Munhoz, gerente do CTA Jundiaí da Prefeitura, os números são referentes ao período de 1980 a 2019.

Atualmente a maior concentração dos casos está na faixa etária de 15 a 24 anos, sendo a taxa de detecção de 15%.

Em 2017, foram 8 óbitos e em 2018 foram 14.

Além das unidades básicas de saúde, as pessoas podem buscar o CTA Jundiaí, onde há testes para HIV, Sífilis, Hepatites B e C de 2ª a sexta-feira das 7h às 15h30, sem necessidade de agendamento ou encaminhamento.

O objetivo é facilitar o acesso ao diagnóstico e tratamento.

Para o combate da epidemia do HIV é importante que todas as pessoas façam o teste pelo menos uma vez na vida ou todas as vezes que passar uma situação de risco. Se tiver contato sexual desprotegido e ficou com dúvida, procure o órgão.

Diante de um diagnóstico positivo a pessoa será acolhida no Ambulatório de Moléstias Infecciosas, Rua Conde de Monsanto, 480 – Vianelo, em Jundiaí. O serviço é pelo SUS, com medicação e tratamento da equipe multiprofissional (médicos, enfermeiros, assistente social, psicólogo, farmacêutico e dentista, dentre outros).