Família presta homenagem a uma das fundadoras da Divina Providência

Na última sexta-feira, dia 11, faleceu em São Paulo a dona Maria Cecília Teixeira Coelho Del Nero, aos 95 anos. Ela estava internada no Hospital Sírio Libanês em tratamento por causa da Covid-19. Dona Maria Cecília foi uma das fundadoras da tradicional Escola Divina Providência em Jundiaí. Em sua homenagem os familiares marcaram a missa de 7º Dia para esta quinta-feira, dia 17, às 18h30, na Catedral do Centro.

Os filhos Maria Teresa, Carlos Roberto e Luís Antônio, com os netos Adriano e Lucas, agradecem todas as mensagens enviadas nos últimos dias.

No site da escola Divina Providência foi deixada uma mensagem que sensibilizou a todos:

“Obrigada, Tia Cecília!
Obrigada por momentos tão bons, quando passava brincando em seu quintal, com o Luís, no alpendre ou no porão com a gatinha Irene.
Obrigada por seu carinho, pelos olhares, abraços e sorrisos. Obrigada pelos lanches, pelas tardes gostosas em que me acolhia.
Boas lembranças daquele quintal que depois, de maneira tão desprendida, transformou no espaço para a semente do Externato Divina Providência, o curso preparatório ao ginásio onde também pude aprender muito com você e minha mãe. Quando fui trabalhar na Divina, em 1981, recém formada, onde o Sr. Paulo Pedroso me orientou nos primeiros passos, senti muita alegria por estar começando a fazer o que antes foram também seus afazeres, o que de certa forma era a minha missão para ajudar a levar adiante um sonho que você e minha mãe tinham começado. Não foi fácil, mas sempre lembrava do que vocês tinham construído até ali e, então, seguia em frente. Sempre pensava que você tinha escolhido outro caminho para seguir se dedicando à sua igreja e à sua fé! E você foi embora para os braços do Pai bem no dia do Coração de Jesus a quem seguia com tanta devoção e que era tão importante para você.
Mas, Tia, a maior lembrança que tenho é o seu sorriso!!! Em todas as versões, pois até brava você o carregava. O sorriso meigo com que sempre me recebeu, acompanhado do abraço gostoso que me fazia sentir muito acolhida. Disso não vou esquecer nunca, como nunca também deixará o meu coração.
Obrigada, tia, por tudo que me ensinou, mesmo sem palavras!!!
Eu te amo muito!!! Desculpe se nunca lhe disse isso.
Maria Diva Teixeira Coelho Saraiva”