Aumento de doenças respiratórias provoca demora nos hospitais

O número de reclamações da população, sobre a demora no atendimento médico dos hospitais da região de Jundiaí cresceu bastante. Entre domingo (19) e esta segunda-feira (20) foram queixas de leitores do Hospital Paulo Sacramento, do Hospital Universitário, em Jundiaí; da UPA de Várzea Paulista, do Hospital de Clínicas de Campo Limpo Paulista e dos atendimentos da UPA do Vetor Oeste e do Pronto Atendimento da Vila Hortolândia, em Jundiaí.

A maioria das reclamações é com relação à demora no atendimento.

As doenças respiratórias são as principais queixas dos leitores que fizeram reclamações dos órgãos de Saúde, além é claro do surgimento de gripe – apesar de autoridades sanitárias informarem que a região de Jundiaí não tem surto de Influenza.

Em Várzea Paulista alguns leitores relataram viroses, acreditando que seja por causa da água. Um vereador do município enviou nas redes sociais que a Sabesp está fazendo lavagem dos reservatórios, para fornecer água limpa. Por isso a cena de água sendo descartada frequentemente.

As crianças também figuram como vítimas de doenças diversas, principalmente a respiratória, levando os pais ao desespero.

Adultos

Um dos leitores do “Jornal da Região” enviou foto da fila para entrar no atendimento do setor de gripes do Hospital Paulo Sacramento, na rua 15 de Novembro, na tarde desta segunda-feira.

Ele disse que a espera do lado de fora era de mais de duas horas para passar por um médico.

Na UPA de Várzea Paulista duas leitoras reclamaram que o tempo para passar por consulta médica nesta segunda-feira é de mais três horas.

Houve queixas também de demora no Hospital de Clínicas de Campo Limpo Paulista.

Leitoras reclamaram da demora no domingo no Pronto Atendimento da Vila Hortolândia, em Jundiaí, com funcionários informando que é normal, por causa da redução do número de médicos.

Já na UPA do Vetor Oeste várias mães procuraram o jornal reclamando que não tinha assentos suficientes para atender toda a população que estava procurando médico.

Que mães e crianças estavam sentando-se no chão e esperando mais de três horas.

A Prefeitura de Jundiaí confirmou que houve aumento no número de pessoas procurando atendimento médico.

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