Caminhoneiro de Cabreúva é preso por dirigir embriagado
Funcionários da concessionária AB Colinas acionaram a Polícia Rodoviária para atender ocorrência de motorista embriagado pela Rodovia Bispo Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, na divisa de Cabreúva com Itupeva.
O motorista que dirigia um caminhão Volkswagen modelo 40.300 passou pela cancela do pedágio e estacionou o veículo em plena faixa de rolamento, deitando-se no banco do passageiro para dormir.
Quando a equipe da Polícia Rodoviária chegou ao local dos fatos os socorristas da concessionária estavam dando atendimento ao caminhoneiro, no interior da ambulância.
O motorista tinha fala pastosa e dizia coisas desconexas.
Os policiais pediram para fazer o exame de bafômetro, mas ele se recusou em um primeiro momento.
Depois solicitaram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o motorista disse que não estava com ele.
Em consulta ao sistema Prodesp os policiais verificaram que o morador de Cabreúva não tinha habilitação para dirigir caminhão.
Depois de algum tempo foi fornecida a CNH que estava no caminhão.
Para surpresa dos policiais o suposto documento mostrava que o condutor podia dirigir caminhão e carreta. Tudo leva a crer que o documento é falso.
O caminhoneiro disse que foi o Detran de Cabreúva que lhe deu o documento.
Levado até o Plantão da Polícia Civil, o delegado Alexander de Paula Silva requisitou a realização de exame de bafômetro novamente junto com os rodoviários. Daí o motorista concordou, apresentando como resultado 1,33mg/l de dosagem alcoólica no sangue.
Diante dos fatos o delegado determinou a prisão do motorista em flagrante e sem direito à fiança.
O caminhoneiro de 52 anos foi levado para o Centro de Triagem da Polícia Civil em Campo Limpo Paulista, onde vai aguardar decisão da Justiça.
Penalidades
A legislação prevê multa ao motorista que tiver mais de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar alveolar. O caminhoneiro estava com 1,33 mg/l.
Também há multa de cerca de R$ 3 mil, proibição de dirigir por um ano e apreensão da Carteira de Motorista. Sem falar nas punições impostas pela Justiça.


