IML diz que Lara foi morta por trauma craniano
O Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí concluiu na manhã deste domingo (20) os exames necroscópicos no corpo da menina Lara Maria de Oliveira Nascimento, de 12 anos.
A criança do Jardim Santana (Botujuru) em Campo Limpo Paulista estava desaparecida desde quarta-feira (16) quando foi comprar refrigerante no mercadinho próximo e encontrada morta em um matagal distante 1,5 Km de sua casa, no Jardim São João, em Francisco Morato, por dois homens que foram cortar galhos de árvores para fazer cerca.
Os legistas do IML constataram que ela morreu por meio de um golpe provocado por objeto pontiagudo (faca ou picareta) no rosto.
O delegado que cuida do caso de homicídio doloso, Rafael Diório Costa, requisitou ainda exames toxicológicos e sexológicos, que devem levar pelo menos 30 dias para serem concluídos pelo Instituto de Criminalística, em São Paulo.
Cena do crime
Quem teve acesso ao corpo de Lara comentou que ela foi deixada no meio do matagal, em uma região de difícil acesso.
Uma moradora de Francisco Morato contratou dois homens para construírem cerca em sua casa e eles entraram na mata para buscar lenha, encontrando o corpo de Lara.
A menina estava com as roupas no corpo e chinelinhos nos pés, ao contrário de informações veiculadas nas redes sociais de que estaria nua.
Mas os legistas encontraram cal ou cimento no corpo da criança.
Os materiais foram coletados para exames no Instituto de Criminalística.
Também foram coletadas outras amostras no local e no corpo da criança, para pesquisa pela Polícia.
O corpo de Lara foi levado para sepultamento no Cemitério Municipal de Campo Limpo Paulista.
O delegado Rafael Diório informa que além dos policiais de Campo Limpo, também trabalham no caso equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que tem no comando o titular Josias Guimarães.


