CPFL Piratininga registra mais de 20 interrupções de energia por queimadas em Jundiaí
As queimadas podem ter duas causas: humanas ou naturais, e o tempo seco, aliado à ação dos ventos, pode fazer as chamas aumentarem e se proliferarem. Além disso, a ausência de chuvas – comuns nessa época do ano – faz com que as queimadas em larga escala aumentem.
O assunto é discutido com grande empenho pelas distribuidoras e transmissoras de energia elétrica, pois há sério risco de incêndio em terrenos baldios ou áreas rurais sob as redes de distribuição e transmissão.
Um levantamento feito pelo Centro de Operações da CPFL Piratininga mostra que, apenas nas cidades que contemplam a região de Jundiaí, foram contabilizadas 23 queimadas (de todas as proporções, sejam no campo ou na área urbana) responsáveis por interrupções no fornecimento de energia.
“Nosso trabalho de conscientização com o Guardião da Vida visa diminuir, ano após ano, o número de queimadas e ter o menor impacto possível no serviço prestado, e também alertar que, de modo geral, são prejudiciais para o meio ambiente e à saúde humana. Além dos prejuízos à distribuidora, as queimadas geram destruição ambiental dos biomas e áreas que elas afetam, além de emitirem gases poluentes e fumaça, que causam mal à saúde, quando inalados”, afirma Amaury Haga, gerente de operações de Campo da CPFL Piratininga.
Os incêndios sob a rede de distribuição de energia são, muitas vezes, causados pelo uso do fogo como método de poda de algumas plantações. “O impacto das queimadas é maior ainda quando acontecem sob as linhas de transmissão, responsáveis pelo abastecimento de regiões inteiras”, reforça Souza.
Entre os municípios com mais interrupções nas regiões, Sorocaba lidera o ranking com 40 ocorrências. Jundiaí ocupa a segunda posição com 23 e Indaiatuba fica em terceiro lugar, com 10 ocorrências.
As cidades com mais ocorrências por queimadas em 2021 nas regiões de Sorocaba e Jundiaí.

Geral
Considerando todas as cidades atendidas pela CPFL Piratininga em 2021, as interrupções desse tipo caíram 67% em relação a 2020. Foram 415 ocorrências no ano passado contra 248 no ano anterior.
Na comparação apenas dos primeiros seis meses de 2022, em relação ao mesmo período de 2021, o número apresenta um crescimento de 6.5%.
De acordo com o estudo da distribuidora, Santos liderou o ranking geral de queimadas, totalizando 146 ocorrências, seguido por São Vicente (69) e Sorocaba (40).
Conheça o ranking das cidades com o maior número de ocorrências atendidas pela CPFL Piratininga em 2021:

Guardião da Vida
Considerando o impacto do assunto para a população, seja na segurança, seja na qualidade do fornecimento de energia, o grupo CPFL Energia, por meio da campanha Guardião da Vida, incentiva a discussão sobre o tema, a fim de promover uma reflexão sobre as atitudes que poderiam ser evitadas, reduzindo transtornos e até salvando vidas.
Na estiagem, a pouca umidade, a vegetação baixa e os ventos fortes são fatores que podem provocar incêndios. Além disso, até mesmo uma queimada mal controlada para atividades agrícolas também pode colocar em risco o fornecimento de energia, atingindo os cabos elétricos, desligando a rede e provocando prejuízos para todos, além de danos ao meio ambiente e à segurança da população.
O calor do fogo, mesmo quando não atinge diretamente os cabos elétricos, junto da fuligem levada pelo vento e grandes volumes de fumaça, também pode provocar curtos-circuitos ou rompimento de cabos, interrompendo o abastecimento de cidades inteiras. O ar quente gerado pode criar um campo ionizado, propiciando o fechamento de arcos elétricos* que desligam as linhas de eletricidade.
Por isso, a CPFL Piratininga dá dicas para o convívio adequado entre rede elétrica e queimadas:
Não realize queimadas em áreas próximas às redes elétricas.
Faça “aceiros” para controlar o fogo.
Respeite a “faixa de servidão” ao realizar o plantio.
Não solte balões. Além de ser proibido por lei, o balão provoca incêndios.
Não jogue pontas de cigarro acesas nas matas ou em acostamentos das rodovias. Muitos incêndios surgem desse ato.
Ao identificar um foco de incêndio, avise a Guarda Florestal e o Corpo de Bombeiros. Se for às margens de uma rodovia, ou próximo de uma rede elétrica avise também a concessionária ou órgão estadual responsável.
*O arco elétrico, também conhecido como arco voltaico, é uma grande quantidade de carga elétrica movimentando através do ar com alta velocidade (cerca de 100m/s) e elevadas temperaturas. Os arcos podem causar destruição dos equipamentos (chave, painéis, barramentos, condutores etc.) e ainda causar graves lesões físicas em pessoas próximas.
Em caso de falta de energia, ou de incêndio sob a rede elétrica, a população deve entrar em contato com os canais de atendimento da CPFL Piratininga:
Site: www.cpfl.com.br
App: CPFL Energia
WhatsApp: (19) 99908-8888
SMS: 27304
Call Center: 0800 010 2570


