Homem dormiu à beira do Rio, caiu nas águas e morreu afogado
O delegado Adalberto Ceolin esteve, com a Polícia Científica, no Rio Guapeva, entre as ruas Dr. Cavalcante e Vigário J.J. Rodrigues, em Jundiaí, onde foi encontrado o corpo de um homem nas águas nesta sexta-feira (03).
A principal hipótese dos peritos que conversaram com o delegado e também de populares que já viram o homem na região, é de que ele dormia à beira do rio. Nesse “cochilo”, caiu nas águas e morreu afogado.
Uma equipe do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU) com o médico Marcelo Okumura esteve no local e constatou o óbito.
O corpo da vítima foi recolhido pelo Serviço Funerário ao Instituto Médico Legal (IML) por determinação do delegado Adalberto Ceolin.
Ao contrário do que outro site de notícias divulgou, “não houve homicídio”, explicou delegado. Durante a queda a vítima ficou com as mãos juntas. Para algumas pessoas dava a impressão de estar com os pulsos amarrados e houve “precipitação” na divulgação, disse.
Características
O homem estava sem documentos. Mas algumas informações podem ser fundamentais para identificá-lo.
Aparenta ter de 25 a 30 anos, é pardo, cabelos carapinhas, pretos, mede 1m75 de altura, estava sem camisa. Usava um short preto.
Possui tatuagem de Palhaço no peito.
Tem os nomes “Kauã”, “Vitor” e “Jonatas” no braço esquerdo.
Já no braço direito o nome de “Lúcia”.
Os dentes inferiores estão mal conservados. Na parte superior estão sem dentes.
Quem souber de pessoa com essas características pode pedir para ir até o Instituto Médico Legal (IML) que funciona no Cemitério do Montenegro, na rua Nelson Vilaça, no Jardim do Lago, em Jundiaí, no horário comercial.


