Mudanças de hábitos transformam vidas em Jundiaí
Um grupo de mulheres buscando melhorar a saúde mental, física e espiritual, por meio de uma boa alimentação e atividade física. Esse é o projeto “Mudança de Hábitos”, que se reúne no Parque do Cerrado, no Residencial Jundiaí I.
Segundo a idealizadora do grupo, Megg Carvalho, o projeto social é uma iniciativa que busca melhorar as condições de vida de pessoas que sofrem com situações de vulnerabilidade social, económica e/ou cultural.
“É um projeto social que não visa lucro, mas, sim, o benefício coletivo e a construção de uma sociedade mais justa e solidária”, diz. “Nosso objetivo é fazer uma transformação coletiva, trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o social”.
Além disso, são promovidas palestras abordando os mais variados temas, como prevenção ao suicídio, e realizadas dinâmicas motivacionais.
Como surgiu
Esse sonho se iniciou no ano de 2018, no interior do Acará, Estado do Pará. “Mudança de Hábitos”, nome dado pela fundadora Megg Carvalho, traz um trabalho social e voluntário com mulheres de todas as idades que estão acima do peso, diabética ,hipertensas, depressiva, compulsão alimentar, e com baixa autoestima.
O projeto também tem como objetivo ajudar pessoas em vulnerabilidade,com atendimentos psicológico e nutricionistas, ajudando não somente o emocional, mas também o espiritual “Temos uma parte devocional e orações que nos ajudam a manter nossa mente e corpo equilibrados, pois acreditamos que a confiança em Deus é uns dos oito remédios naturais que Deus nos deu de graça”, observa Megg.
Além da fundadora, o grupo possui uma equipe de mulheres voluntárias que fazem parte da liderança, e se intitulam como “as poderosas”. São mulheres que doam seu tempo para contribuir no projeto mudança de hábitos.
Ações sociais e eventos que conscientizam as pessoas a se cuidarem melhor, como saúde da mulher e saúde do homem, palestra e campanhas, além de bazar beneficentes que ajudam pessoas que realmente necessitam e doações de alimentos fazem parte do trabalho.
“Nós não fazemos vídeos e nem fotos por questões éticas e respeito às pessoas que recebem os alimentos”, enfatiza.


