Leitor encontra escorpião na Vila Rio Branco
O leitor Bruno Mussolini Tomaz de Souza enviou foto de um escorpião encontrado em uma casa na Rua Santa Teresinha, na Vila Rio Branco, em Jundiaí.
“Todos os dias os moradores e vizinhos relatam que pegaram um”, contou.
A Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) já divulgou anteriormente que a Vigilância em Saúde Ambiental (VISAM), de maneira permanente, monitora a população de escorpiões e promove ações preventivas e de controle, realiza vistorias zoosanitárias em áreas de infestação, aloca armadilhas em pontos estratégicos e procede com a investigação epidemiológica de todo acidente ocorrido com escorpião na cidade. Em 2024, foram registrados 107 acidentes no Município, sem mortes.
A VISAM também atua junto à população, alertando sobre a necessidade da intensificação dos cuidados para evitar o aparecimento dos escorpiões que, com o aumento da temperatura e da umidade, tendem a sair de seus esconderijos em busca de conforto térmico e de alimentos, podendo entrar nos imóveis e causar acidentes graves. Entre os cuidados, o órgão enfatiza que é fundamental que as pessoas mantenham a organização e limpeza dos imóveis, evitando o acúmulo de entulho, restos de material de construção e lixo, ou seja, de materiais que servem de abrigos para animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e serpentes, ou de algumas de suas presas, como as baratas e outros insetos, e roedores. Também é essencial eliminar as vias de acesso desses animais ao interior dos imóveis a partir da vedação de vãos de portas e janelas, de caixas de esgoto, águas pluviais e gordura, de conduítes de fiação elétrica e telefônica, tomadas e interruptores.
Cabe observar que não há veneno chancelado pelo Ministério da Saúde para controle químico desses artrópodes, sendo a prevenção o melhor controle. Acerca do apontamento sobre a desinsetização (controle químico de baratas), a UGPS informa que essa ação realizada pela VISAM não é programática, mas preventiva, já que o emprego desse controle químico tem eficiência paliativa e focal, e apenas nas galerias de esgoto. Mais uma vez, salienta-se que irregularidades no descarte e na manutenção dos resíduos gerados são o principal motivo para a presença de baratas nos ambientes.


