quinta-feira, 4, junho, 2026, 14:16
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Jundiaí ocupa 2º lugar na geração de empregos, na região de Campinas

A Fundação Seade divulgou relatório sobre a geração de empregos no Estado, neste ano, com base em dados do Ministério do Trabalho conforme a “Carteira Assinada”. Jundiaí ocupou em agosto o 3º lugar na região de Campinas e no ano é a segunda colocada, só perdendo para Campinas.

O Estado de São Paulo criou no acumulado do ano (janeiro a agosto) 437 mil empregos com carteira assinada, equivalente a quase 2 mil postos de trabalho por dia.

Jundiaí criou neste ano 5.154 vagas de empregos, ficando atrás de Campinas com 8.886.

No mês de agosto, a cidade ficou em terceiro lugar na região. Em primeiro foi Sumaré, com 793, seguida de Campinas com 533 e Jundiaí com 502 contratações.

A colocação de Jundiaí poderia ser ainda melhor, porque há cerca de 5 mil vagas disponíveis, que empresas e comércios não conseguem mão de obra.

Serviços lideram

Houve aumento dos empregos no setor de Serviços no Estado (228 mil), Comércio (50 mil), Indústria (73 mil), Construção (47 mil) e na Agricultura (38 mil).

Somente no mês de agosto foram criados 45 mil empregos com carteira assinada no estado de São Paulo, decorrentes de 706 mil admissões e 661 mil desligamentos, com o estoque de empregos formais alcançando 14,8 milhões.

Em agosto, o estado de São Paulo teve o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.612,69.

Faltam trabalhadores

Nos últimos meses são muitas as empresas que buscam trabalhadores para atuarem nas mais variadas áreas. Os supermercados de Jundiaí, por exemplo, estão tendo dificuldades em encontrar pessoal para caixa e serviços gerais. O “Jornal da Região” já publicou vários deles que ficaram sem pessoal principalmente aos finais de semana, o que tem gerado longas filas para atendimento do público.

Restaurantes como Dom Marcos, na Avenida Jundiaí e La Farina, buscam pessoal para atendimento dos clientes e cozinha, há vários meses.

A Transurb também procura caixas para os seus terminais. Sem falar que as empresas de ônibus estão tendo dificuldades para contratar motoristas, ajudante geral e até mecânicos.

As empresas de construção civil também sentem a falta de profissionais. A Construtora Santa Ângela necessita frequentemente de trabalhadores para a construção.

Já as empresas de logísticas são as que mais estão sofrendo. O Mercado Livre e a Amazon tentam preencher seus quadros de funcionários, mas a cada dia que passa está mais difícil encontrar pessoal, mesmo oferecendo muitos benefícios.

A página de Empregos do Jornal da Região tem muitas ofertas todos os dias.

 

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