quinta-feira, 4, junho, 2026, 05:04
JUNDIAÍPOLÍCIA

CASO DE TORTURA EM JUNDIAI (Informações extremamente sensíveis)

*** ATENÇÃO *** 

Essa reportagem é extremamente sensível.

Só continue a leitura se tiver certeza. Envolve criança.

O jornal está noticiando para que mães fiquem atentas aos seus filhos. Qualquer anormalidade acione a Polícia, procure ajuda.

 

**** MATÉRIA SENSÍVEL ****

 

 

 

 

 

 

 

 

Pai é gravado torturando bebê de 7 meses em Jundiaí

Um homem de 25 anos foi preso em flagrante nesta sexta-feira (19) em Jundiaí, acusado de torturar sua filha de apenas sete meses.

Segundo o boletim de ocorrência registrado no Plantão Policial da cidade, o suspeito teria amarrado uma fralda na boca da criança para imobilizá-la e amarrado ainda a chupeta, causando risco de asfixia.

A prisão foi realizada após a mãe da criança, de 28 anos, enviar imagens das agressões à Polícia.

As cenas foram captadas por câmeras de segurança instaladas pela própria vítima no apartamento onde a família reside.

De acordo com o relato da mãe à polícia, o homem é dependente químico e tem comportamento alterado na ausência de substâncias entorpecentes.

Ela relatou que o companheiro profere ameaças constantes contra ela e tem condutas inadequadas com as duas filhas do casal, especialmente com a bebê de sete meses, que nasceu com sequelas que prejudicam seu desenvolvimento intelectual e motor.

Ao ser questionado sobre as imagens pelas autoridades, o homem alegou que a criança “não parava de chorar” e que suas ações de amarrar a fralda e a chupeta não tinham o objetivo de imobilizá-la ou causar sofrimento.

Segundo ele, como a bebê de sete meses não consegue sozinha recuperar e colocar a chupeta na boca quando ela cai, ele teria amarrado o objeto.

A autoridade policial considerou que o acusado “desconhece por completo ou dissimula seu comportamento” em relação à filha com necessidades especiais.

Durante o interrogatório, após ser cientificado de seus direitos, o homem optou por permanecer em silêncio.

O delegado, Marco Antônio Silva, responsável pelo caso, enquadrou a conduta como tortura.

O autor foi recolhido para uma cela e ficou à disposição da Justiça.

A mãe pediu Medida Protetiva e nunca mais quer a presença do companheiro.