quinta-feira, 23, julho, 2026, 15:57
CIDADESJUNDIAÍ

Prefeitura monta força-tarefa para colocar a cidade em ordem após temporal

A Prefeitura de Jundiaí mantém uma força-tarefa mobilizada para atender às ocorrências registradas em razão das fortes chuvas que atingiram o município. Desde as primeiras horas, equipes de diferentes secretarias estão nas ruas para garantir a segurança da população e minimizar os impactos provocados pelo volume elevado de água.

Participam da operação equipes da Defesa Civil, da Secretaria de Mobilidade e Transporte, da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, além de outros setores de apoio, que atuam de forma integrada no monitoramento das áreas mais afetadas, liberação de vias, orientação ao trânsito e atendimento às demandas emergenciais.

A Defesa Civil segue em estado de atenção, acompanhando as condições climáticas e orientando a população sobre medidas de segurança. Já as equipes de infraestrutura realizam serviços de desobstrução, limpeza e avaliação de possíveis danos, enquanto a mobilidade atua para garantir a fluidez do tráfego e a segurança de motoristas e pedestres.

A Prefeitura reforça que permanece atenta às previsões meteorológicas e que a força-tarefa seguirá mobilizada enquanto houver necessidade. Em caso de emergências, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199.

CPFL deixa a desejar

No Jardim Samambaia, mais uma vez, houve queda de energia com galhos que “tocaram” na fiação. A CPFL Piratininga tem mostrado que não possuí pessoal suficiente para atender a demanda de uma cidade do porte de Jundiaí. Foram quase seis horas sem energia nas residências.

A Companhia contesta essa versão e diz que está trabalhando pela cidade. Antigamente o Ministério Público de Jundiaí cobrava mais empenho e qualidade da empresa. Até o antigo delegado da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Marcel Fehr, chegou a abrir inquérito para apurar o serviço da CPFL que deixa a desejar.

A empresa não é transparente e não revela a quantidade de clientes que ficam sem energia a cada queda e muito menos o tempo de mobilização de equipes e a quantidade, para cada ocorrência.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), garante que fiscaliza a companhia, mas ninguém vê os resultados.

Recentemente, em uma troca de poste para a rua da Várzea a empresa levou quase 24 horas para concluir os serviços.