quarta-feira, 26, agosto, 2026, 08:46
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Três são presos pela produção de 571 pés de maconha

Três homens foram levados para a Cadeia pela produção de 571 pés de maconha na cidade de Itupeva. A prisão foi feita pela Polícia Militar e os acusados levados para a Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Jundiaí.

Os suspeitos foram autuados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e adulteração de produtos terapêuticos.

Plantação

As equipes chegaram ao imóvel após denúncias de moradores e do disque-denúncia, além do forte odor de maconha sentido durante patrulhamento de rotina. Pelo lado de fora, os policiais avistaram a plantação. Ao serem abordados, os suspeitos apresentaram um habeas corpus que, segundo eles, autorizaria o cultivo da planta.

A Justiça Federal informou ao “Jornal da Região” que negou por quatro vezes o pedido.

Apreensão

Foram encontrados 571 pés de maconha, 5.165 gramas de cannabis, 10 litros de extrato, 195 gramas de raiz, 151 extratos sublinguais, 8 pomadas, 19 óleos e 9 galões estimulantes, além de um notebook, um celular e adubos. A perícia foi acionada para examinar o local e a autoridade policial representou pela destruição das plantas.

Versão

Um dos presos, que se apresenta como integrante de uma associação cultural de Itupeva, afirmou que o cultivo teria finalidade terapêutica, com autorização para plantar até 120 pés por ano, e negou comercialização.

Ele alegou ainda que o espaço funciona como ponto de cultura e que parte das plantas estava em fase de berçário, sem teor de canabinoides.

A autoridade policial, o delegado Roberto Souza Camargo Júnior, porém, destacou que a quantidade encontrada e as provas de venda descaracterizam a tese de uso próprio.

O laudo pericial confirmou tratar-se de substância proscrita, ratificando a prisão em flagrante.

A autoridade representou pela conversão da prisão em preventiva.

Os suspeitos foram encaminhados ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista.

O caso foi registrado na Dise de Jundiaí, sob a chefia do delegado Roberto Souza Camargo Junior, com o escrivão Amilcar.

Agora o delegado aguarda decisão da Justiça para incinerar a plantação.