Vigilantes flagram ladrão em empresa de Várzea Paulista
Um homem de 43 anos foi preso em flagrante na madrugada deste sábado (24) suspeito de furtar peças de alumínio e fios de cobre de uma empresa de alimentos no Jardim das Palmeiras, em Várzea Paulista.
Os vigilantes da empresa avistaram o suspeito pelas câmeras de monitoramento, na lateral do Almoxarifado B, próximo a uma pilha de lenha. Um deles foi até o ponto indicado e fez a abordagem, com apoio de um segundo vigilante. O homem não esboçou reação.
Ele carregava uma mochila e trazia nas mãos um rolo de fios de cobre que estava desenrolando, material retirado pouco antes da área de descarte da empresa.
A Polícia Militar foi acionada pelo 190 do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Na busca pessoal e na vistoria da mochila, os policiais apreenderam 8,264 quilos de peças de máquinas em alumínio e uma lâmina de faca. O alumínio foi avaliado em R$ 107,43, considerando o preço médio de R$ 13 para material de reciclagem.
Aos policiais, os vigilantes relataram que o mesmo homem já havia sido visto pelas câmeras subtraindo bens da empresa em outras datas.
Nos dias 19, 20 e 30 de setembro, ele teria levado esguichos metálicos, conectores e chaves de conexão do sistema de combate a incêndio, retirados com o corte das mangueiras, além de fios de cobre e sucatas metálicas. Naquelas ocasiões, a empresa não registrou boletim de ocorrência.
Os kits de combate a incêndio danificados ainda não foram repostos, e o prejuízo estimado fica entre R$ 4.500 e R$ 5.000. O alambrado do perímetro também apresentava cortes e buracos, que eram reparados e voltavam a ser violados.
O suspeito foi conduzido à delegacia sem ferimentos e preferiu permanecer em silêncio durante o interrogatório.
No Plantão Policial de Várzea Paulista, o delegado Deyvison E Lima de Menezes determinou a lavratura da prisão em flagrante por furto praticado durante o repouso noturno e o indiciamento do homem. O boletim foi digitado pela investigadora Juliana Roveri.
Como a pena máxima com a causa de aumento chega a 9 anos de reclusão, o delegado não arbitrou fiança e representou à Justiça pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, citando a reincidência de investidas contra a mesma empresa. O preso será levado à audiência de custódia em até 24 horas.

