quinta-feira, 5, novembro, 2026, 07:25
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Mulher perde R$ 122 mil em golpe de falsos agentes da Polícia Federal

Uma mulher de Jundiaí registrou ocorrência no Plantão Policial de Jundiaí após prejuízo de R$ 122 mil em um golpe por telefone e videochamada.

Segundo o boletim, a vítima recebeu uma ligação de alguém que se apresentou como servidor da Secretaria de Segurança Pública.

Ao dizer que morava em Jundiaí, foi informada de que seria notificada por telefone, pois estaria sendo investigada em suposta operação da Polícia Federal sobre lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master.

Em seguida, ela foi transferida para supostos agentes federais, que apresentaram nomes, matrículas e protocolos de atendimento.

Os criminosos afirmaram que contas bancárias e cartões teriam sido abertos em seu nome e mantiveram contato frequente por videochamadas, usando símbolos e documentos que imitavam a Polícia Federal.

Também pediram sigilo sobre o caso.

Para supostamente rastrear valores, a vítima contratou um empréstimo que os falsos policiais exigiram, de aproximadamente R$ 140 mil.

Depois, um suposto representante do Coaf orientou a transferência de cerca de R$ 122 mil para uma conta indicada pelos golpistas.

Somente após enviar o comprovante, ela percebeu a fraude.

A equipe responsável pelo caso é chefiada pela delegada Fernanda Monteiro de Souza.

Resposta da Polícia Federal

Criminosos estão utilizando indevidamente o nome da Polícia Federal para enganar vítimas e obter transferências bancárias.

Os golpistas costumam apresentar documentos falsificados, utilizar nomes de autoridades e realizar chamadas de vídeo para conferir aparência de legitimidade à fraude.

Fique atento:
• A Polícia Federal não solicita PIX, TED, empréstimos ou transferências bancárias para investigações.
• A Polícia Federal não pede envio de recursos para contas de terceiros.
• A Polícia Federal não realiza audiências por chamadas de vídeo em aplicativos de mensagens.
• A Polícia Federal não exige sigilo nem impede que você consulte familiares ou advogados.

Em caso de dúvida, interrompa o contato e confirme a informação diretamente com a unidade da Polícia Federal responsável, por meio dos canais oficiais.

Compartilhe este alerta e ajude a prevenir novas vítimas.

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