Caminhoneiro era casado e tinha antecedente criminal
O caminhoneiro preso, depois de se envolver em acidente no Distrito Industrial FazGran, que terminou com atropelamento e a morte da jovem Jhenifer Cristina Queiroz, de 19 anos, era casado e tinha uma condenação por queixa prestada contra ele em Osasco, na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
O motorista, de 40 anos, que dirigia um caminhão teve relacionamento amoroso de pouco tempo com a jovem.
Jhenifer foi na empresa onde ele trabalha para pedir a reconciliação, após separação – na versão dele aos policiais.
A advogada Lia Valéria de Lemos esteve no 5º Distrito representando a empresa, uma vez que o caminhão envolvido no fato era usado pelo autor.
O delegado do 5º Distrito Policial, Marcos Luchesi Farias, havia determinado fiança de R$ 6 mil ao motorista. Mas após consulta dos antecedentes na Justiça constou uma condenação de Osasco e a fiança foi revertida em prisão com base no artigo 303 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), determinando recolhimento do motorista para a Cadeia de Campo Limpo Paulista.
O corpo da jovem passará por exames necroscópicos na manhã desta quinta-feira (03), para sepultamento no período da tarde.


