Sem reconhecimento, homem queimado ficará no IML
O delegado Josias Guimarães, responsável pelo caso do homem executado e queimado no Sítio Paranaguá, em Morungaba, requisitou exames antropológicos da vítima.
O motivo é que apareceram dois documentos no local dos fatos de pessoas diferentes.
A família de um caseiro já estava vindo do Paraná para tentar identificar o corpo, encontrado carbonizado.
O delegado pediu exames de DNA que serão feitos no IML da Capital.
Para evitar de sepultar pessoa errada, o delegado Josias quis tomar todos os cuidados.

A vítima foi morta com tiro na cabeça e em seguida queimada.
O corpo ficará no IML de Jundiaí, em uma geladeira, aguardando o resultado dos exames.


