Caminhoneiro se apresenta à Polícia e diz que cabo da Vivo ‘caiu’ no para-brisa
Um caminhoneiro que trabalha para transportadora da Capital se apresentou voluntariamente no Plantão da Polícia Civil de Jundiaí e procurou o delegado Rafael Diorio Costa. Ele viu matéria sobre a morte do funcionário de prestadora de serviços da Vivo no Km 49 da Via Anhanguera e relatou que trafegava pela Via Anhanguera, quando um cabo telefônico caiu no para-brisa do seu Mercedes Benz, Atego 2426. Como prova disso ele apresentou ao delegado gravação da cabine do veículo.
O delegado Rafael disse ao “Jornal da Região” que esteve no local dos fatos e estabeleceu a dinâmica do acidente. O cabista Denilson Tristante Evangelista, de 50 anos, foi arrastado por cabo de fibra e arremessado contra outro caminhão Scânia de Foz de Iguaçu, que estava estacionado. Ele teve o corpo fracionado no “efeito chicote” do fio.
Apesar desse caminhoneiro da Capital ter se apresentado à Polícia Civil, não se sabe se foi o seu caminhão que puxou a fiação. Segundo o delegado, na hora dos fatos vários caminhões passavam pelo local.
A Polícia Técnica Científica de Jundiaí vai produzir um laudo, que será encaminhado ao 6º Distrito e posteriormente à Justiça.
O delegado também ouviu outros dois funcionários da Vivo, que deram a mesma versão para os fatos e estavam em estado de choque.
O corpo de Denilson foi encaminhado para exames no Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí.


