quarta-feira, 3, junho, 2026, 22:06
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Homem em situação de rua morreu durante refeição de marmitex

Um homem em situação de rua, identificado como Darci Pedro Filho, de 57 anos, morreu subitamente neste domingo (31) no Centro de Jundiaí, enquanto comia um marmitex.

O incidente ocorreu na Rua Doutor Torres Neves, no Largo São José, região central da cidade.

Segundo informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 12h27, após um taxista que passava pelo local presenciar a vítima se alimentando de uma marmita quando começou a passar mal, caindo ao solo e perdendo a consciência.

O condutor do táxi imediatamente acionou tanto a Polícia Militar quanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Quando as equipes policiais chegaram ao local, os socorristas já estavam prestando atendimento à vítima.

A médica Anabel Ferrari, responsável pela constatação do óbito, informou em seu relatório que o paciente foi encontrado sem movimentos respiratórios por populares na praça pública.

De acordo com o documento médico, quando a equipe do SAMU chegou ao local, a vítima já estava caída próximo a um banco, sem responsividade e sem pulso central.

O laudo médico ainda apontou que a vítima apresentava midríase fixa (dilatação das pupilas) e que outro transeunte relatou que o homem estava no local há aproximadamente 50 minutos.

Darci Pedro Filho era natural de Curitiba, nascido em 2 de fevereiro de 1968, filho de Rosa de Oliveira e Darci Pedro. Estava desempregado e vivia em situação de rua na região. Se alguém souber de parentes pode pedir para comparecer ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí, que funciona anexo ao Cemitério do Montenegro, na rua Nelson Vilaça, no Jardim do Lago.

O caso foi registrado pelo delegado Pedro Henrique Craveiro como “morte suspeita” e “morte súbita sem causa determinante aparente”.

A perícia técnica foi acionada para comparecer ao local e realizar os procedimentos necessários para a investigação.

O delegado requisitou também a realização de exames toxicológicos para a necropsia, a fim de identificar se havia algum veneno que levou a vítima ao óbito ou foi outra causa da morte. O exame toxicológico é realizado pelo Instituto de Criminalística, na Capital e deve levar 70 dias para ficar pronto.

 

FOTO: MOTOBOY XORORÓ