quinta-feira, 23, julho, 2026, 00:55
GERAL

Quadrilha armada invade chácara em condomínio de Jarinu

Uma quadrilha formada por quatro homens armados invadiu uma chácara em condomínio residencial no bairro Campo Largo, em Jarinu.

A vítima foi rendida com arma de fogo, amarrada com fita adesiva e cadarços, agredida com chutes e mantida sob poder dos criminosos por mais de uma hora.

Os autores não foram identificados e seguem foragidos.

A invasão

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava sentada no sofá do chalé de sua residência quando foi surpreendida por um primeiro indivíduo armado com um revólver de cor prata, que ordenou que ela se deitasse no chão.

Em seguida, entraram mais três homens, que a amarraram com fita adesiva azul e utilizaram cadarços para prender seus pés.

A vítima relatou ter conseguido visualizar ao menos duas armas de fogo durante a ação — uma cromada e outra preta —, acreditando que todos os quatro autores estavam armados.

Os criminosos demonstravam estar organizados: entraram no imóvel apontando as armas e se protegendo atrás da porta durante a abordagem.

Interesse por joias

Durante o roubo, os autores perguntavam em qual das três casas existentes no local havia dinheiro e joias.

Para pressionar a vítima a revelar onde estavam os objetos, passaram a agredi-la com chutes nas costas e nas pernas.

A vítima permaneceu imobilizada por mais de uma hora, até ser solta por um segurança patrimonial acionado por um vizinho que estranhou o comportamento agitado dos cães no imóvel.

Foram levados um celular Samsung, R$ 400,00 em dinheiro, ferramentas, uma maleta médica pertencente a um familiar, uma motosserra da marca Makita, um notebook Dell e uma blusa verde-escura.

A Polícia Militar foi acionada pelo 190 – Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) e compareceu ao local, preservando a cena para perícia, determinada pela autoridade policial.

Os criminosos não deixaram ferramentas, marcas de sangue ou pertences no imóvel.

A vítima informou não ter conseguido visualizar as características físicas dos autores, conseguindo apenas notar que falavam com sotaque.

O condomínio possui câmeras de vigilância que, segundo relatado, podem ter registrado a ação criminosa.

O caso está sob apreciação do delegado titular e foi registrado na Delegacia de Polícia de Jarinu, com a equipe chefiada pelo delegado Rafael Diorio Costa.