Luiz terá de fazer cortes para evitar aumento dos ônibus

O gestor de Finanças do novo governo, José Antônio Parimoschi, diz que o prefeito eleito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, terá de fazer muitos cortes na Prefeitura, se quiser manter o subsídio da tarifa dos ônibus no atual valor, de R$ 3,80.

Luiz Fernando disse que a Administração do prefeito Pedro Bigardi está deixando para o transporte coletivo apenas R$ 3 milhões de reservas orçamentárias para 2017, quando a previsão de gastos é de R$ 29 milhões com subsídios.

Para tentar administrar a cidade, Luiz disse que vai cortar secretarias, cargos e uso de veículos e até celulares. Com o corte de secretários não é só o salário do chefe, mas toda uma cadeia que origina gastos, como cargos em comissão. Os servidores de carreira serão valorizados.

O gestor de Finanças espera que os cortes previstos ajudem a bancar o subsídio na tarifa, do contrário algum repasse deve ser feito. A primeira ação é arrumar “a casa”, já que existe um “caos financeiro”.

As empresas de ônibus não recebem da Prefeitura, estão atrasando salários e benefícios dos trabalhadores e ainda arcam com os últimos aumentos dos combustíveis, dos pneus, peças e em maio há o reajuste dos salários dos motoristas e cobradores.

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