MP recorre da absolvição de músico

O Ministério Público do Estado de São Paulo decidiu recorrer ao Tribunal de Justiça da decisão de juíza substituta de Jundiaí que absolveu músico acusado de atos libidinosos contra menina de 11 anos, durante festa do pijama na casa dele.

O Ministério Público informou, por meio de nota enviada ao “Jornal da Região”, que o processo continua em “segredo de justiça” e não pode comentar mais detalhes.

Cabe aos desembargadores do Tribunal de Justiça na Capital manterem a decisão da juíza que julgou o caso ou definir sentença de condenação, pedida pelo promotor Jocimar Guimarães desde o início do processo.

O músico foi acusado por menina de atos libidinosos na casa dele. O músico negou todas as acusações durante o processo.

A delegada Maria Beatriz Curio de Carvalho, da Delegacia de Defesa da Mulher, reuniu laudo de médica do Hospital Universitário e de psicóloga que há muitos anos assessora a Polícia Civil e a Vara da Infância e Juventude, para pedir a prisão do músico.

O juiz titular da 1ª Vara Criminal, Maurício Garibe, determinou não só a prisão do músico, como o encaminhamento dele para o Centro de Detenção, até julgamento do processo.

Nesta semana uma substituta decidiu pela absolvição.

O músico aguardará decisão do Tribunal de Justiça em liberdade. O caso ganhou repercussão nacional, com grandes reportagens em programas de TV, como o “Cidade Alerta” da TV Record e noticiários da TV TEM.

Campo Limpo

Em Campo Limpo Paulista outra juíza substituta decidiu manter na Cadeia o subcomandante da Guarda Municipal.

Durante audiência de custódia ele confirmou que armazenava fotos e vídeos de uma menina de 12 anos nua. Afirmou que foi momento de fraqueza.

Ele tinha 25 anos de Guarda Municipal. A Prefeitura informou por meio de nota que decidiu exonerar o subcomandante.

 

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