Iprejun terá sede própria

Com 17 anos de atuação, o Instituto de Previdência do Município de Jundiaí – Iprejun – está prestes a superar uma necessidade antiga do órgão, a construção de uma sede própria, com todos os aspectos de acessibilidade necessários para o atendimento. O lançamento da pedra fundamental do novo espaço foi realizado nesta terça-feira (22), com a presença do prefeito Luiz Fernando Machado e do diretor-presidente do Iprejun, João Carlos Figueiredo, do gestor da Casa Civil, Gustavo Maryssael, além de conselheiros do instituto e convidados.

A nova sede contará com estacionamento, vestiário, área de lazer, refeitório, elevador para portadores de necessidades especiais, entre outras facilidades para servidores ativos e inativos.  As obras tiveram início no último dia 15, com prazo de conclusão para outubro de 2020. Os investimentos são de R$ 4,23 milhões, vindos do próprio Iprejun, sem recursos da Prefeitura de Jundiaí. O terreno foi cedido pela Prefeitura.

Na abertura, o prefeito agradeceu aos servidores, na ativa e aposentados, pelos serviços prestados ao Município. “A nova sede do Iprejun não é luxo, e sim uma necessidade para que possamos acolher bem o servidor, principalmente os que possuem alguma necessidade especial ou dificuldade de locomoção”, afirmou Luiz Fernando.

João Carlos Figueiredo, em breve discurso, também agradeceu aos servidores e em especial ao prefeito, por compreender a necessidade do Instituto. “Isso é gestão: um processo contínuo de melhoria”, afirmou.

Em seguida foi descerrada uma placa, marcando o lançamento da pedra fundamental, e o prefeito arriscou pilotar, brevemente, a retroescavadeira que deu início aos trabalhos.

 

Histórico

Criado pela Lei 5.894, de 12 de setembro de 2002, o Iprejun veio substituir o Funbejun (Fundo de Benefícios de Jundiaí). O instituto nunca teve uma sede, funcionando no 6º andar da Prefeitura de Jundiaí. Trata-se de uma autarquia que tem como principal objetivo custear benefícios previdenciários aos servidores municipais, incluindo aposentadoria, auxílio-doença, salário maternidade e pensão por morte, entre outros. Atualmente, são 2, 6 mil servidores inativos e mais 8 mil ativos na cidade de Jundiaí.