CETESB identifica origem de assoreamentos e autua empresa

A Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) identificou um dos responsáveis por assoreamento do rio Jundiaí-Mirim, contribuindo para os alagamentos registrados nos últimos dias na região do Caxambu.

A Cetesb informou ao “Jornal da Região” que os peritos da agência ambiental de Jundiaí autuaram a empresa e exigiram o desassoreamento do corpo hídrico afetado.

A empresa DAE explicou ao “JR” que mantém fiscais na região do manancial constantemente, com a análise da água.

O leitor do “Jornal da Região”, Fábio Pereira, enviou material ao jornal questionando a exploração de algumas áreas na região do Caxambu.

Segundo a Cetesb, no caso de uma mineradora, ela opera dentro das normas técnicas e realiza extração de argila com acompanhamento da companhia. As últimas fiscalizações nessa propriedade ocorreram nos dias 21 e 22 de janeiro, sem apontamentos de irregularidades.

Porém, destaca a Cetesb, um problema foi identificado em uma fazenda próxima onde a empresa loteadora fez esgotamento das águas de lago, com os sedimentos sendo despejados em córrego, com alteração da turbidez da água. Esse córrego é o do Albino, afluente do Ribeirão Jundiaí-Mirim.

Em nota, a Cetesb informa que advertiu e autuou a empresa loteadora, para realizar o desassoreamento.