Jundiaí tem 16 casos suspeitos de Coronavírus

A Prefeitura de Jundiaí emitiu nota no início da noite desta terça-feira (10) para anunciar que subiu para 17 o número de casos suspeitos de Coronavírus no município. Um deles está descartado, de uma criança. Os demais aguardam resultados do Instituto Adolfo Lutz.

Em entrevista para o repórter Rafael Fachin, da TV TEM, o gestor de Saúde, Tiago Texera, disse que os resultados levam cerca de 10 dias para saírem. Mas nesse período todos os familiares são acompanhados pela Vigilância Epidemiológica e recebem orientações para evitar a propagação do possível vírus. Ele destacou que o mais importante do que usar máscaras é lavar as mãos sempre e da forma correta.

Na tarde desta terça-feira, na avenida Jundiaí, próximo do Pronto Atendimento (PA) da Unimed um homem saiu com máscara do local e o que se via na calçada eram as pessoas desviando dele.

O Ministério da Saúde anunciou na última sexta-feira (06) que o vírus já está no Brasil e circulando nas comunidades. Quando uma Prefeitura perceber que pode haver propagação o aconselhável é que as pessoas deixem de ir ao trabalho, fiquem em quarentena e se for o caso até o transporte coletivo deve ser suspenso. Tudo vai depender de cada município e da propagação.

Nesta terça-feira o prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, se reuniu com representantes dos hospitais da cidade para passar orientações sobre os atendimentos e comunicações à Prefeitura.

Em Itupeva há um caso suspeito de empresário que veio do Canadá para ver parentes. Em Itatiba havia um caso que foi descartado.

Em Vinhedo há 7 casos suspeitos. Dos 7 casos, 3 foram informados na sexta-feira e 3 no final de semana. Um outro caso é de um senhor que já era monitorado (constava na relação anterior). Ele e sua esposa estiveram na Itália no mês passado. O resultado para sua esposa já chegou e deu negativo para o Covid-19.

Além disso, também no final de semana, terminou o período de monitoramento por duas semanas de dois adultos e uma criança vinhedenses que tiveram contato com o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil, um homem de São Paulo. Eles não chegaram a ter sintomas da doença e, apesar de monitorados, não chegaram a constar como suspeitos da doença.