PMs começam a receber novas pistolas .40

A Polícia Militar já começou a distribuir 50 mil novas pistolas semiautomáticas de calibre .40 para todas as suas unidades operacionais no Estado. O armamento, que deverá ter sua entrega concluída em setembro, foi adquirido no fim do ano passado e faz parte de um pacote de investimentos no valor de R$ 119,4 milhões para modernização das armas da Instituição.

As novas pistolas foram compradas por meio de processo licitatório que teve como vencedora a empresa austríaca Glock. Na ocasião, foram investidos R$ 35.674.400 para a compra de 40 mil armas do tipo, resultando em um custo unitário de R$ 891,86. Além disso, após um aditivo no contrato, foi possível adquirir outras 10 mil pistolas. O preço pago pelos equipamentos representou uma economia de R$ 53 milhões aos cofres públicos.

“Estamos adquirindo ferramentas de trabalho. Isso é um respeito ao profissional que passa a ter melhores condições de trabalho”, disse o secretário da Segurança Pública, general João Camilo Pires de Campos, na época de assinatura do contrato.

Para que as novas armas, que começaram a ser distribuídas em junho, possam ser utilizadas, todos os policiais estão passando por um treinamento de adaptação com duração de dois dias.

Programa de Modernização

O Programa de Modernização das armas da PM é uma iniciativa do Governo do Estado que engloba os orçamentos dos anos de 2019 e 2020 para aquisição de novos equipamentos à Instituição visando a proporcionar maior segurança pessoal e uma melhora na eficiência dos serviços prestados.

Entre as entregas já feitas dentro desse pacote, há que destacar 1.250 armas de incapacitação neuromuscular entregues no mês de fevereiro deste ano a todas as unidades operacionais da PM. Elas foram adquiridas por meio de um pregão presencial internacional, realizado em setembro de 2019, e o modelo é o mesmo utilizado pelas polícias de Nova Iorque, Los Angeles e Londres.

Além destas, a PM também deve receber, nos próximos meses, mil fuzis calibre 7,62 e 300 do calibre 5,56, ambos do mesmo fornecedor das Forças Especiais Norte-Americana; além de mil espingardas e 14,5 mil coletes de proteção balística, de empresas da Itália e Índia, respectivamente.