Mães reclamam da falta de médicos no PS Infantil do HPS
Mães que procuraram atendimento no Pronto Socorro Infantil do Hospital Paulo Sacramento, em Jundiaí, na noite desta terça-feira (28), enfrentaram uma longa espera.
Uma das leitoras enviou foto da recepção lotada e disse que a espera por atendimento estava maior do que uma hora.
Ela contou que faltam médicos para atendimento das crianças doentes.
Uma outra leitora enviou comprovante da sua ficha mostrando que chegou por volta das 19 horas e até às 22h30 o filho, que estava com febre, não havia passado por atendimento. Ela estava revoltada.
” Nem responsável tem nisso aqui ! Aliás nessas horas todos somem.”, comentou.
RESPOSTA DO PAULO SACRAMENTO
O Hospital Paulo Sacramento esclarece que, em 28/09, o Pronto-Socorro Infantil da unidade atendeu um volume acima do esperado de pacientes, o que ocasionou em lentidão no atendimento aos seus beneficiários e clientes.
Na data, o quadro da equipe assistencial do PS Infantil estava completo e a informação sobre a falta de médicos pediatras não condiz com a realidade da situação.
O atraso relatado por uma das pacientes está relacionado a três atendimentos à pacientes que chegaram em estado grave, consequentemente, impactando no tempo de atendimento aos demais cliente/pacientes de menor gravidade.
Os atendimentos de urgência foram centralizados na sala de emergência do Pronto-Socorro Infantil, gerando internação em UTI, havendo redução do tempo de espera após a estabilização dos pacientes.

Leitora reclama do Hospital Universitário
Outra leitora do “Jornal da Região” reclama do atendimento realizado pelo Hospital Universitário, que tem sido demorado.
Nota do HU
A organização da prestação da assistência no SUS é baseada em dois princípios fundamentais: a regionalização e a hierarquização.
A atenção básica deve ser o contato preferencial dos usuários, pois abrangem a promoção, proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento e manutenção da saúde.
O Hospital Universitário trata-se de um serviço especializado em atenção hospitalar de média e alta complexidade e, o atendimento de pacientes que não se enquadram neste perfil ocasiona no aumento no tempo de espera e, consequentemente na qualidade dos serviços prestados.


