Polícia Civil pede DNA e impressões digitais em carro suspeito de atropelamento
A Polícia Civil de Jundiaí requisitou à Polícia Técnica Científica e, ao Instituto Médico Legal (IML), que trabalhem com os materiais coletados de um Renault Scénic, placas de Várzea Paulista, para saber se foi mesmo o veículo utilizado para atropelar e matar o mecânico de manutenção Valmor Galdino, de 47 anos, morador no bairro da Colônia.
Na noite de sábado (13) o mecânico foi atropelado em frente do Supermercado Boa da Avenida dos Imigrantes.
Policiais militares conseguiram imagens de um condomínio, apreendidas pela Polícia Civil.
Com base em informações de testemunhas, o carro que atropelou, matou a vítima e fugiu, era um Renault.
Na manhã de domingo (14) os policiais militares do 49º Batalhão localizaram o carro com marcas semelhantes à de um atropelamento, na Travessa Egidio Matheo,192.
Era justamente um Renault Scénic de Várzea Paulista, com queixa de furto pelo bairro da Ponte São João, na noite de sábado. Tudo indica que seja o mesmo do atropelamento.
A Polícia Civil requisitou aos peritos do Instituto de Criminalística a coleta de impressões digitais no interior do carro e nas latarias e vidros, para saber quem foi que manipulou ou usou o carro, com base no banco de dados do Instituto de Identificação.
A Polícia Civil também requisitou ao Instituto Médico Legal (IML), por meio do médico legista, que colhesse sangue da vítima do atropelamento, para comparação de DNA com o sangue encontrado na lataria e no para-brisa do carro.
O Inquérito Policial (IP) correrá pelo 3º Distrito Policial, no bairro da Ponte São João, sob o comando do delegado Florisval Silva Santos.
Assim que o autor do homicídio for identificado, o delegado pedirá à Justiça a sua prisão.
A Polícia também pede para moradores da região da Travessa Egidio Matheo, que tiverem imagens de suas câmeras e que possam ter algo que ajude nas investigações, para fornecerem ao 3º Distrito Policial.


