Polícia prende criador que deixava cavalo acorrentado sem comida

O delegado da Polícia Civil, Rafael Diorio Costa, determinou a prisão de um criador de animais do bairro Nova Trieste, em Jarinu, por maus tratos. No local havia um cavalo acorrentado, sem comida e nem água, que parecia estar morto. Também havia outros animais em condições precárias que foram encaminhados ao Instituto Luiza Mell.

O delegado disse que houve uma denúncia para a Polícia Militar. Após a constatação de irregularidades na criação de animais, ele foi pessoalmente e deu voz de prisão ao sitiante, que foi recolhido ao Centro de Triagem da cidade de Piracaia, para aguardar decisão da Justiça.

O delegado disse que o Instituto Luiza Mell veio prontamente ao local do flagrante de maus tratos e a veterinária responsável decidir abrigar um cavalo, duas mulas, quatro porcos filhotes e dois porcos adultos até decisão da Justiça de Jarinu.

O delegado também requisitou a presença de peritos do Instituto de Criminalística de Jundiaí ao local e da Vigilância Sanitária da Prefeitura de Jarinu,

O delegado questionou o sitiante, que comentou ter acorrentado o cavalo de um parente porque ele estava com diarreia. Mas não explicou por que o deixava sem comida e sem água.

Segundo os policiais militares, quando eles chegaram ao sítio acreditavam que o cavalo estava morto. Mas ao mexer nas correntes ele se levantou, mas aparentava muito fraco.

O delegado considerou o caso muito grave e indiciou o sitiante por praticar ato de abuso e maus tratos a animais.

 

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