quarta-feira, 3, junho, 2026, 22:45
JUNDIAÍ

Mata Ciliar esclarece que ativistas do lixo não tem ligação com a instituição

A Associação Mata Ciliar (AMC) de Jundiaí enviou carta de esclarecimento ao “Jornal da Região” contestando a fala do responsável pela Assessoria de Imprensa da empresa Trail, Ernesto Credendio de que ativistas ou pessoas ligadas à instituição participaram estimulando a greve dos coletores de lixo ou a paralisação dos serviços na cidade.

Ernesto disse que além da ativista política Márcia Pará, atuaram outras pessoas, “que se dizem ligadas à Mata Ciliar”, conforme ações na Justiça e na identificação na porta da Trail.

A entidade nega que a pessoa citada por Ernesto faça parte da Mata Ciliar e repudia as afirmações do assessor.

A reportagem foi apagada. Nela o Sindicato dos Coletores de lixo afirmava que ativistas que não têm ligação com o trabalho de coleta de lixo estavam interferindo em negociações trabalhistas.

Foram várias as pessoas que apoiaram a greve dos coletores de lixo por melhores salários na porta da empresa e na cidade.

“Nota de Esclarecimento
A Associação Mata Ciliar – AMC, com o intuito de trazer e promover a verdade à população de Jundiaí e região, tendo em vista a matéria intitulada “Sindicato acusa oportunistas na greve dos coletores”, veiculada por este Jornal na data de 31 de janeiro de 2022, em que incute inverdades e afirmações levianas quanto ao suposto envolvimento da AMC na greve dos coletores que ocorre nesta cidade, vem esclarecer o que segue.
É inverídica e falaciosa a informação veiculada por este Jornal, em reprodução à irresponsável fala da assessoria de comunicação da empresa Trail, conforme se depreende da leitura da matéria jornalística, que acusa, sem qualquer fundamentação legal ou mesmo fática, a participação da
Associação Mata Ciliar – AMC na greve dos coletores.
Como é bem sabido, a Associação Mata Ciliar – AMC é entidade sem fins lucrativos declarada de Utilidade Pública Federal e que desde 1987 desenvolve diversas ações para a conservação da biodiversidade, sendo que em Jundiaí/SP, desde 1997, funciona sua Sede da Coordenadoria de Fauna, Educação Ambiental e Viveiro Escola, além do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres e o Centro Brasileiro para Conservação dos
Felinos Neotropicais.
Assim, notadamente, não há qualquer relação entre as atividades desenvolvidas pela AMC e os fatos veiculados na matéria jornalística. A entidade não possui envolvimento, direto ou indireto, na defesa e garantia dos direitos dos trabalhadores que ora manifestam suas reinvindicações. Reitera que, após décadas de intenso trabalho e amplo reconhecimento pela sociedade civil, permanece desempenhando sua atuação com orientação exclusivamente à preservação da fauna silvestre
brasileira.
Por fim, esclarece-se que a Associação Mata Ciliar – AMC não foi procurada por este Jornal em momento algum antes da publicação da referida matéria e que, na hipótese de serem mantidas, reiteradas, renovadas ou aprofundadas as imputações comentadas, irá adotar as medidas legais cabíveis, inclusive, para fazer cessar potenciais atos abusivos e/ou reparar quaisquer eventuais prejuízos a sua imagem, relações
públicas, políticas e sociais.
Sendo o que cumpria a esclarecer,
Corpo Jurídico Voluntário da Associação Mata Ciliar“