Vigilante “Katito” é o motociclista que morreu após acidente no Centro
A família do vigilante Roberto Ferreira, de 46 anos, deve chegar em Jundiaí nesta quinta-feira (09), vinda do Maranhão, para providenciar o sepultamento do corpo dele.
O vigilante morava sozinho na cidade e trabalhava na área central.
Aos poucos o acidente que provocou a morte é esclarecido.
O Plantão da Polícia Civil tentou pelo Sistema Prodesp do Governo do Estado encontrar o BO do dia dos fatos, mas sem sucesso.
A investigadora Miriã e delegado Adalberto Ceolin chegaram a ligar para a Polícia Militar, mas o policial que atendeu a ligação disse que não tinha condições de “descobrir” qual foi o BO-PM do acidente.
O motoboy Xororó conversou com os vigilantes do Centro e apurou para o “Jornal da Região” que o acidente ocorreu no dia 22 de janeiro deste ano, no cruzamento das ruas Engenheiro Monlevade com a Prudente de Moraes, em frente de um supermercado.
A Polícia Militar não soube informar para a Polícia Civil quais eram os veículos envolvidos no acidente.
Os sistemas da Secretaria de Segurança Pública (SSP) não se “comunicam”, para permitir à Polícia Civil registrar dados apurados pela Polícia Militar nos boletins de ocorrências.
A família, que vem do Maranhão, é que deverá fazer esses levantamentos, para poder dar entrada em um adendo na Polícia Civil, a fim de requisitar futuramente o Seguro do DPVAT, por exemplo.
No dia do acidente o vigilante foi socorrido pelo SAMU ao Hospital São Vicente de Paulo, onde ficou internado até o óbito na noite de terça-feira (07).
O delegado Adalberto Ceolin determinou o encaminhamento do corpo ao Instituto Médico Legal (IML) para exames necroscópicos.


