Quadrilha invade condomínio, faz mulher refém e rouba bens
Uma quadrilha invadiu condomínio fechado na cidade de Itatiba e rendeu uma moradora, de 36 anos, fazendo ameaça com arma de fogo.
A vítima foi levada para um quarto, amarrada nos pés e nas mãos, além de ter a boca selada com um adesivo.
Depois, três homens passaram a revirar todas as gavetas e portas de armários, em busca de joias, dinheiros e objetos de valor.
Os bandidos também queriam saber se a casa tinha cofre, procurando em todos os cantos da casa.
A vítima relatou à Polícia Civil que passou momentos de terror. Ela implorou para que levassem tudo, mas a deixassem viva.
Os marginais queriam saber quanto tempo levaria para o marido chegar do trabalho. Enquanto isso pegaram o telefone celular da vítima e passaram a fazer movimentações por PIX.
Na fuga, levaram notebook dela e da empresa onde a vítima trabalha.
Ela tinha tudo nos computadores.
A queixa foi feita com o delegado da Central de Polícia Judiciária (CPJ), Marco Antônio Ferreira Lopes, que determinou ao agente Xororó o encaminhamento das informações para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jundiaí.
A mulher contou aos policiais que depois de algum tempo conseguiu se soltar das amarras, pulou a janela de sua casa, entrou no carro e foi até a Portaria, para pedir socorro.
A vítima não soube informar como os bandidos entraram no condomínio.
Ela estava em casa, sentada na cama, olhando para o telefone celular, quando ouviu barulho e se deparou com os marginais.
Essa é a terceira invasão recente a condomínio na região, sendo que duas ocorreram em Jundiaí.
Na primeira delas o ladrão se aproveitou que tinha parente no prédio, no Jardim Ana Maria, e passou a arrombar portas onde moradores não atendiam as portas. Ele foi preso graças ao condomínio que possuía câmeras de monitoramento e foi possível anotar as placas do carro que usou.
Já na segunda ocorrência um ladrão entrou em três casas no condomínio da Malota, pegou mais de R$ 100 mil em bens e, na fuga, foi surpreendido pela equipe de segurança, sendo preso. Ele disse aos policiais que ficou algum tempo “estudando” as casas mais vulneráveis no condomínio, para praticar o furto.


