Segundo apontado como “hacker” de Jundiaí diz que foi vítima de golpistas
Na operação da Polícia Civil de Porto Alegre em Jundiaí, na quinta-feira (14), para prender um hacker acusado de ameaças a deputados do Rio Grande do Sul e ao Supremo Tribunal Federal (STF), um segundo nome foi citado no Mandado de Buscas da Justiça. O morador de Jundiaí procurou o “Jornal da Região” para esclarecer que usaram indevidamente seus dados pessoais.
Durante a próxima semana esse morador vai até a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) para prestar depoimento ao delegado Adalberto Ceolin como testemunha do caso e não como autor.
“Meus dados foram vazados na Darkweb e usados de forma fraudulenta”, comentou.
Entenda o caso
Na quinta-feira, pela manhã, policiais Civis do Estado do Rio Grande do Sul – Crimes Cibernéticos, policiais da Delegacia de Investigações Gerais (Apolo IV) com apoio do GOE de Campinas, deram cumprimento aos mandados em Jundiaí.
O suspeito de ações de crime de ódio pela Internet foi conduzido à sede da D.I.G. de Jundiaí, onde prestou esclarecimentos ao delegado Adalberto Ceolin.
Foram apreendidos celulares, tabletes, memórias e diversos pen drives.
O acusado foi recolhido ao Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista, onde passou a noite em uma cela e nesta sexta-feira (15) terá audiência de custódia no Fórum de Jundiaí. Ele pode ser mantido na Cadeia com transferência para o Rio Grande do Sul, onde é a origem do processo.


