terça-feira, 21, julho, 2026, 18:14
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IML diz que ossadas de Campo Limpo não são de Cristina. Buscas da família ainda continuam

O Instituto de Antropologia do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo afirma que os exames de DNA, realizados em ossadas encontradas próximo do SESI de Campo Limpo Paulista, não são de Cristina Leite de Oliveira, mulher especial de 30 anos, que está desaparecida desde 9 de outubro de 2024. Um casal está preso acusado de ter matado a jovem e desaparecido com o corpo.

Inicialmente as informações davam conta de que as ossadas eram de mulher o que fez com que a família se apresentasse na Delegacia de Polícia Civil para coleta de amostras para exames.

Até o Ministério Público cobrou a demora do Instituto de Antropologia na emissão de laudo.

“Minha vida virou de ponta cabeça” com esse resultado, comentou Lunilo, irmã de Cristina, que não descansa até encontrar o corpo da irmã.

O casal acusado do homicídio foi preso. O homem está no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Jundiaí, enquanto a mulher no Tremembé.

O encontro das ossadas foi possível depois que um operário realizava serviços de terraplanagem para loteamento próximo do Sesi de Campo Limpo Paulista.

O delegado do caso, Felipe Bueno Carbonari, determinou ao Setor de Investigações Gerais (SIG) levantamentos para tentar identificação das ossadas.

Com esse resultado, tudo volta à estaca zero: a família de Cristina procura pelo corpo dela e a Polícia Civil reinicia os trabalhos para tentar identificar quem é que morreu no local.

 

Polícia de Campo Limpo investiga encontro de ossadas humanas em obra