Mulher é morta com golpes de faca. Companheiro desapareceu
Uma mulher de 42 anos foi morta a facadas na noite de quinta-feira (29), na rua Minas Gerais, no Distrito do Jacaré, em Cabreúva.
Maria Helena de Oliveira foi atacada dentro da casa onde morava, no Parque Santo Antônio, região do Jacaré, e não resistiu aos ferimentos.
O principal suspeito é o companheiro da vítima, Clayton Caetano da Silva, de 31 anos, que não havia sido localizado até o encerramento das diligências. Ele teria deixado o imóvel em uma motocicleta de cor azul, por volta das 23h26, antes da chegada das equipes.
A ocorrência foi inicialmente comunicada como violência doméstica e atendida pela equipe VTR 38 da Guarda Municipal, acionada pelo Centro de Operações Integradas (COI). No local, os guardas municipais Celso e Allan apuraram que a vítima residia na casa dos fundos do imóvel, cujo quintal é compartilhado com a residência da frente.
A moradora da casa da frente, de 41 anos, contou que Maria Helena chegou à porta de sua residência ensanguentada, ferida, em estado grave e pedindo socorro.
Ela afirmou que não presenciou as agressões.
A vítima recebeu atendimento pré-hospitalar no local e foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento Antonio Baradel, onde evoluiu a óbito em decorrência dos ferimentos.
Diante da gravidade, a autoridade policial foi comunicada e determinou a realização de perícia no local. A Guarda Municipal permaneceu preservando a área até a chegada do investigador Sandoval, da Polícia Civil, e, em seguida, da equipe da Polícia Científica, que executou os trabalhos periciais.
Após a perícia, foram apreendidos dois aparelhos celulares e uma faca apontada como possível instrumento utilizado no crime.
Os objetos ficaram sujeitos aos exames técnicos pertinentes. Também compareceu ao local o investigador Fábio, integrante da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).
O caso foi registrado como feminicídio no Plantão Policial de Cabreúva, onde o delegado Francisco Lucas V. dos Santos determinou a adoção das providências de polícia judiciária cabíveis e o prosseguimento das diligências destinadas a localizar o suspeito, esclarecer as circunstâncias do crime e identificar eventuais testemunhas.
O boletim foi elaborado pela escrivã Giseli.

