Jarinu tem dois casos de assédio de profissionais da Educação contra meninas
A Polícia Civil da cidade de Jarinu vem investigando duas denúncias de assédios sexuais envolvendo profissionais da Educação.
O delegado Adalberto Ceolin disse que os casos correm em “Segredo”, para não atrapalhar o Inquérito Policial (IP) a ser enviado para a Justiça.
Mas a mãe de uma adolescente de 17 anos procurou o “Jornal da Região”, porque ela quer fazer alerta para outras jovens da cidade não sofrerem o mesmo que a sua filha passou.
No segundo caso, as amiguinhas de uma outra adolescente de 13 anos contam que um professor chegou a pegar o número de WhatsApp dela, para passar mensagens “amorosas” e os pais descobriram e denunciaram na Polícia Civil.
“Captação de alunos”
Na primeira denúncia, a mãe relata que a filha, de 17 anos, foi contratada para fazer serviço de telemarketing, “captando alunos” para uma escola de cursos.
Na hora do almoço, a sua filha estava na cozinha do estabelecimento, quando o responsável a agarrou, colocando o corpo dele contra o da jovem.
Ela teria ficado encurralada, entre a geladeira e o corpo do patrão.
A menina começou a chorar, empurrou ele e atravessou a rua, até o trabalho da mãe, para pedir socorro.
A mulher conta que foi na Delegacia de Polícia de Jarinu, prestou queixa e agora aguarda uma decisão da Justiça de Jarinu.
Ela preferiu tornar público o caso envolvendo a filha, para alertar os pais e as autoridades, uma vez que são contratadas adolescentes para o serviço de captação de alunos nas escolas.
“Eu estou preocupada”, comentou.
No segundo caso que chegou à Polícia Civil de Jarinu, os pais de uma menina copiaram conversas de um professor de escola estadual com cunho amoroso.
A menina tem 13 anos e trocava mensagens apenas com amiguinhas de classe.
O caso também vem sendo apurado pela Delegacia, em “Segredo”, até a conclusão das investigações.


